terça-feira, 2 de junho de 2026


 

Eu era uma mulher recém divorciada e chegada do interior. Toda vida fui zelosa com meu marido e casa, tinha
uma vida convencional e pacata, até que uma traição selou o término do meu casamento de 10 anos.

Na época eu estava com 34 anos, sem filhos e agora sem rumo também, decidi que aquela cidade do interior não seria mais tão boa para mim e decidi ir para a capital. Sem muito estudo e nem experiência, pois nunca havia trabalhado fora de casa, o jeito foi procurar um emprego de doméstica.

Assim que cheguei na cidade intalei-me em um hotel baratinho e fui logo procurando emprego, pois o dinheiro que tinha não seria suficiente para muito tempo de estadia.

Comprei um jornal e fui direto aos classificados, lé encontrei vários anúncios e um deles chamou minha atenção por oferecer moradia na casa onde se deveria trabalhar, o anúncio dizia o seguinte:

PRECISA-SE DE EMPREGADA DOMÉSTICA PARA ATRIBUIÇÕES DO LAR E OUTROS SERVIÇOS. REGIME DE TRABALHO 24 POR 7.

Liguei para o número indicado e marquei uma entrevista para aquela mesma tarde. Cheguei no horário combinado e quem me recebeu foi a dona da casa, ela morava só, se apresentou como MISTRESS FERNANDA, disse que eu deveria sempre chamá-la assim, concordei com a cabeça. Logo no início da entrevista ela me falou dos afazeres diários, nada demais até
então, porém ela tinha algumas condições que eu devia seguir.

Eu deveria estar sempre nua, exposta para ela 24 horas por dia, 7 dias por semana, aquilo me espantou, mas eu precisava de emprego. Não podia me dar o luxo de negar nada, novamente concordei com a cabeça. Ela muito séria me disse que além da entrevista precisaria fazer um teste prático para ela ver se eu servia para o que ela desejava. Imaginei que me mandaria lavar ou limpar alguma coisa, mas para meu espanto novamente, ela me conduziu até o quarto de empregada e mandou que eu vestisse o que estava colocado sobre a cama, era uma cinta liga preta com meia calça sete oitavos e só, nada mais, me deu 5 minutos para me preparar, e assim o fiz, quando estava pronta fui até a sala onde ela me aguardava, ela sorriu sarcasticamente e mandou que eu me colocasse de quatro em cima de um puf colocado por ela ali, eu obedeci, ela segurou firme em uma das mãos um chicote curto e na outra uma canne (espécie de vara fina feita de bambu).

Mandou que eu chupasse meu dedo do meio e lambuzasse para enfiar no meu rabo, e assim o fiz, ela então começou com algumas chicotadas e varadas na minha bunda, em seguida me mandou sentar no puf com as pernas bem abertas, a essa altura eu já chorava baixinho, com dores e medo me sentindo humilhada. Ela colocou em meu pescoço uma coleira e uma guia, pela qual comandava meus movimentos. E eu ali naquela posição levei varias chicotadas na buceta e bati uma siririca por ordem dela, todos os meus dedos foram enterrados na minha buceta, mas ela queria mais, me humilhava dizendo que eu era uma puta nata, que tinha nascido para ser escrava e em seguida disse ironicamente: Vamos ver como essa empregadinha se sai utilizando legumes.

E me mandou enfiar um pepino grosso na buceta. Obedeci e continuei apanhando. Quando ela se cansou da minha moleza, decidiu ela mesma meter o pepino em mim, com força, me arrombando e batendo. O pepino foi só o primeiro objeto que ela me introduziu, em seguida me fudeu com um plug que aumentava de tamanho dentro de mim, minhas pernas tremiam de tesão e medo ao mesmo tempo, mas nenhum dos dois objetos a satisfizeram, ela então mandou que eu engolisse um monstruoso consolo com a buceta.

Eu chorava muito, minha buceta não era acostumada com aquele tamanho, ela ficou brava, arrancou o objeto de dentro de mim e me mandou fuder novamente com o pepino, e me chicoteou como castigo por não ter conseguido enfiar o objeto que ela queria. Ela decidiu então que era hora de me comer de quatro. Me colocou na posição e dessa vez ela mesma me comeu com o pepino, ou melhor, com os pepinos, sim, ela decidiu me enrabar, com um pepino enfiado na buceta. Ela encostou o outro da mesma grossura na entrada do meu anel, e sem dó enterrou-o. Chorei muito, há muitos anos eu não era

fodida por ali, estava apertado e doia demais, ela fodia forte,

para doer mesmo.

Depois de abrir caminho com o pepino, colocou uma luva, lubrificou a mesma e começou a introduzir os dedos no meu anel. Doia tanto... Eu não agüentava, e tentava me esquivar.

Ela se enfureceu , pegou o chicote, e me bateu muito, bateu com o cabo do chicote, era duro, machucava bem mais, a essa altura eu só fazia chorar e tentar escapar das pancadas.

Quando me acalmei, ela me levantou do puf, me virou de frente para a parede, amarrou meus braços para cima, me imobilizou, pegou calmamente seu chicote e disse bem baixinho no meu ouvido:

- Escrava minha não apanha só na bundinha não, escrava minha apanha no lombo também!

E começou a me chicotear novamente.

Quando cansou de me bater, me imobilizou de outra forma, com os braços algemados para frente, utilizou cordas para prender minhas tetas. Era assim que ela chamava, dizia que quem tinha seios eram mulheres, eu como era um animal, tinha tetas, ela os prendeu firmemente até ficarem bem rijos, colocou prendedores nos bicos, prendedores de grande pressão, e na ponta dos prendedores pendurou pesos, fez o mesmo na minha buceta.inha buceta tremia junto com as minhas pernas, e eu só fazia chorar baixinho. Apanhei com a canne nas tetas e com o chicote na buceta, a dor era tremenda, tentei suportar o máximo que pude. Já livre dos prendedores, ela mandou que abrisse minha buceta com as mãos e novamente me chicoteou nas tetas e na buceta. Ela me mandava pedir, eu pedia: mais mistress, mais mistress...

Mas o pior foi a surra de canne no grelo e na região pélvica.

Eu implorava, pare por favor, pare eu imploro, clemência mistress, clemência..., Ela disse: você quer que eu pare, eu paro sua cadela...! Ela parou, mas imediatamente me colocou novamente de quatro e começou uma severa surra de canne na minha bunda. Ardia absurdamente... Cada golpe queimava minha pele, sentia muita dor e chorava compulsivamente.

Seu sadismo era infinito e durante uma surra de chicote no lombo, meio que perdi os sentidos e tombei do puf que ela me colocara, mesmo sem forças para implorar ou chorar, sentia que ela não saciava e continuava com a canne, me chutava e pisava com seu salto agulha vitoriosa com o que havia conseguido.

Quando recobrei totalmente a consciencia estava deitada na cama do quarto de empregada, me levantei meio tonta e vi que ao lado da cama, sobre um criado mudo havia um bilhete que dizia:

VOCE FOI APROVADA O CARGO É SEU.

PARABÉNS! VOCE É MINHA MAIS NOVA EMPREGADA CADELA.

TERÃ ESTA NOITE DE DESCANSO, PORÉM ESTEJA PRONTA AMANHÃ PELA MANHÃ, SERÁ USADA NOVAMENTE. DE SUA MISTRESS FERNANDA.

Dali em diante eu pertencia a ela, mais do que como empregada, pertencia como cadela, como objeto, como brinquedo, como ela quisesse, tive permissão para buscar alguns pertences no hotel em que estava hospedada e logo voltei para a casa dela, poderia ter tentado fugir, procurar outro emprego, mas na verdade, aquela sessão tinha sido muito pesada, eu tinha sido muito machucada e humilhada, mas no fundo não podia mentir para mim mesma, eu tinha gostado, sim, tinha gostado e estava totalmente entregue aquela mulher,

MISTRESS FERNANDA, minha Dona dali em diante.

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