sexta-feira, 12 de junho de 2026
o Treinamento da escrava branca
terça-feira, 2 de junho de 2026
Escrava com desrespeito e desobedecendo
É 16:30, Paula está no quarto assistindo TV até que dê 17:00 e seu mestre chegue para os dois possam conversar sobre como foi seu dia.
Paula mora em uma mansão em São Paulo, seu dono, Arthur, trabalha em uma das maiores firmas da cidade e tem grandes investimentos que lhe dão lucros mensais. Paula é sua escrava, tem comida, roupas de marca e uma mesada pra gastar com bobagens. Em troca cuida da casa e lhe dá satisfação sexual.
Arthur tem bastante confiança em Paula, sempre cumpre com suas tarefas, apesar de ultimamente te-lo desapontado muito, o que o deixa bastante irritado.
Há um tempo atrás, por Paula ter tido discussões desnecessariamente, agindo com desrespeito e desobedecendo Arthur, foi castigada a ficar dois meses sem orgasmos. Quando Arthur estava com muita vontade, contratava uma prostituta e levava pra casa. Ou então, pedia para ela tirar a roupa, se masturbava até gozar, e ordenava para colocar a roupa novamente. Paula já não aguenta mais, e embora faltassem apenas 15 dias, o desespero para se aliviar está exorbitante, e talvez essa seja a primeira vez que Paula traia a confiança de Arthur, agindo completamente contra seu senso de submissão.
Enquanto ele não chega, ela pega o controle da tv e acessa o google. Logo ela entra no XVIDEOS e começa a assistir uma putaria "das braba": Três negão metendo a rola na branquinha, esse é clássico. Após sentir aquele fogo e sua buceta salivando de prazer, Paula enfia a mão por debaixo da calcinha e começa a dedilhar e gemer mais e mais.
De repente, Arthur aparece.
- Mas o que está acontecendo aqui?!
- Eu... Me desculpe! Eu tava com muita vontade, juro que não vai acontecer de novo, pode recomeçar os 60 dias se quiser.
- Não, você tem razão.
- O que?
- Já ficou tempo demais em castigo, hoje você vai finalmente gozar
- Jura ?!
Arthur foi a cama, e os dois se juntaram em amassos. Pegou uma de suas camisinhas na carteira, virou-a de quatro e começou meter na sua bucetinha. Ela gemia, cada vez mais alto
- Awhhh! Owhhh! Vai Arthur!
- Sua puta!
- Aiiin! Vou gozar, ta quase, ta quase.
Então Arthur para. - Você quer gozar?
- Quero! Ta quase lá, só duas dedadinhas e a mágica acontece.
- Então só um momento.
O quarto ficou silencioso por um instante, enquanto Paula esperava de quatro alguma reação de Arthur. Até que de repente - Slap!
- AAAAAIIII
Por essa ela não esperava, Paula perde a postura e se joga de dor na cama, ao olhar pra trás se depara com Arthur segurando um cinto.
- Não por favor, n...
E vem mais três lapadas - Você não queria gozar? Ta aqui ... (E mais lapadas) (gritos, choros) - Ta aqui, você vai gozar desse jeito, porque é isso que você merece.
- Não por favor, com cinto não!
Arthur a puxa com os braços e lhe da mais cintadas, rapídas e fortes sem parar, Sua bunda fica cada vez mais vermelha enquanto se retorce e tenta instintivamente escapar das mãos de Arhur de um lado pro outro. - Eu não disse pra você?! Eu disse que uma hora eu ainda ia te pegar de cinto por causa desse seu comportamento, eu disse! - Para porf... E mais cintadas sequenciais. Ela chora, grita, esperneia, tenta correr, mas nada adianta e continua levando mais cintadas.
- Hoje você vai apanhar ... - E despende mais cintadas - Vai apanhar até eu cansar de te bater, ta entendendo sua puta?! - E a garota gritando intensamente, caindo em lágrimas, em uma dor insuportável. - A sua única função é limpar a casa e satisfazer meus interesses sexuais, sua única função é ser uma puta, única! - Afirma e da mais cintadas ainda mais fortes que antes - AAAAAAAAIIII! NÃO! PARA POR FAVOR! TA DOENDO!
- Ah, é pra doer mesmo, essa é a ideia. - E despende mais cintadas. - Isso é pra você aprender a ser PELO MENOS uma puta, porque nem isso você consegue, sua inútil!
Enfim, com a bunda toda roxa, ele larga o cinto, mas ela continua correndo pelo quarto e gritando, pois a dor continua.
Quando ela se acalma, vai a Arthur e pede desculpas.
- Não adianta pedir desculpas, quero que me fale o que você vai fazer pra eu restaurar minha confiança em você. E acho melhor que argumente bem, pois se eu não gostar do que você falar você vai é levar outra surra.
- Eu vou juntar meu dinheiro da mesada e colocar câmeras aqui em casa. Também vou arranjar uma vara daquelas que você fala que é a que mais dói, pra sempre que eu me comportar mal você me punir.
- Gostei, estou de acordo. E sobre o que aconteceu agora, você sabe que é pro seu bem né?
- Sei mestre, obrigado pela punição, sei que foi necessária e merecida. Vai ajudar no meu crescimento como escrava e submissa. Não vou te decepcionar de novo.
- Assim espero.
domingo, 5 de junho de 2022
A origem do bdsm
A origem do bdsm
Muito se especula sobre a origem do BDSM e, as mais diversas “teorias” são criadas. Porém a história do BDSM é um pouco mais simples e bastante direta.
O BDSM teve origem nos grupos da subcultura americana chamada Leather, ou seja, um grupo de gays masculinos, provindos do pós Segunda Guerra Mundial, dos motociclistas e dos entusiastas das roupas de couro.
Os Leathers são reconhecidos em sociedade desde os anos 40 porém, sempre com uma conotação de excentricidade nas práticas sexuais uma vez que, o sadomasoquismo corria solto entre eles.
Lá pelas décadas de 60/70, pessoas de orientação heterossexual e gays femininas, começam a também se interessar por essas “práticas” sadomasoquistas para darem vazão aos seus fetiches “proibidos”.
E é, exatamente nessa época que os Leathers, originais praticantes do SM começam a perceber que, com a inserção de pessoas fora da comunidade gay masculina, começa-se então uma onda de violência e abusos.
E é nesse momento que os personagens expoentes da comunidade Leather decidem “abrir” o leque das práticas e dinâmicas e incluir também a Dominação e a submissão à subcultura.
Nasce então o BDSM e olhem, nasce a partir da comunidade gay. Um pequeno tapa na cara a todos os participantes do meio que ainda insistem em pregar a homofobia! Pois entendam que, sem os gays, o BDSM não existiria como cultura para combater os mandos e desmandos do meio.
As regras que foram criadas, inclusive a base SSC (São, Seguro e Consensual), somente para pautar as condutas e legitimar todo um modo de vida.
Então, o BDSM não é terra de ninguém, onde cada um faz o que quer, ele foi criado justamente para acabar com isso.
Por isso que não existe meu BDSM, ou BDSM daquele. Existe o BDSM. Que sustenta a cultura do Bondage, Dominação, Sadismo e Masoquismo.
O acrônimo que conhecemos, BDSM, surge em 1991 como substituto dos termos SM, S/M e S&M, tendo em vista o estigma social sobre essas denominações dadas a sua patologização à época. (Referência: The ICD 11 Revision, de Odd Reiersol e Svein Skeid)
Fonte: https://medium.com
https://abre.ai/fatossobrebdsm
Associe-se e participe mensalmente do sorteio de 3 mil reais mensais durante um ano!
sexta-feira, 19 de novembro de 2021
Fetiches e BDSM deixam de fazer parte da lista de doenças mentais (parafilias)
A Organização Mundial da Saúde (OMS) segue os países nórdicos na revogação das minorias sexuais com práticas consentidas da Classificação Internacional de Doenças na nova revisão da CID-11.
POLÍTICA DE PESQUISA E SAÚDE: “Devido aos avanços na pesquisa e prática clínica, grandes mudanças nas atitudes sociais e nas políticas relevantes e padrões de direitos humanos”, a Organização Mundial da Saúde 18 de junho de 2018, remove o Fetichismo, Fetichismo Transvéstico e Sadomasoquismo como diagnósticos psiquiátricos .
BDSM NÃO É VIOLÊNCIA:
Helene Delilah e Svein Skeid interpretando a saída da lista de doentes da OMS durante o Europride em Estocolmo em 4 de agosto de 2018.
A nova classificação CID-11 (pela primeira vez) distingue claramente o BDSM da violência prejudicial, de acordo com as recomendações da Revisão F65.
COMPORTAMENTO PRIVADO : ”Do ponto de vista da OMS, há uma distinção importante entre as condições que são relevantes para a saúde pública e indicam a necessidade de serviços de saúde versus aquelas que são simplesmente descrições de comportamento privado sem impacto apreciável na saúde pública e para as quais o tratamento não é indicado nem buscou."
VARIANTES NA EXPERIÊNCIA SEXUAL : A nova classificação da CID considera o Fetichismo, o Travestismo Fetichista e o Sadomasoquismo como variantes da excitação sexual.
DISCRIMINAÇÃO : Os diagnósticos psiquiátricos não podem mais ser usados para discriminar fetichistas e pessoas de bdsm. O Grupo de Trabalho da OMS sobre Transtornos Sexuais e Saúde Sexual admite que diagnósticos psiquiátricos têm sido usados para assediar, silenciar ou aprisionar homens e mulheres que usam couro cabeludo.
DIREITOS HUMANOS : O Grupo de Trabalho enfatiza que o rótulo de uma doença pode criar violência e discriminação e considera a estigmatização do fetichismo e do bdsm como inconsistente com os princípios dos direitos humanos endossados pela ONU e pela OMS.
- O trabalho para remover diagnósticos de bdsm e fetiches faz parte da organização LGBT norueguesa desde 1996. Depois de mais de 20 anos de esforços políticos sexuais, o comitê Revise F65, com Svein Skeid na liderança, cumpriu seu mandato nacionalmente (2010) e internacionalmente, diz ela.
- A retirada do fetichismo, travestismo fetichista e sadomasoquismo como doenças mentais pode levar ao mesmo orgulho e liberdade que outros grupos queer desfrutam. A revisão do capítulo F65 da CID também pode facilitar o incentivo à pesquisa, o fim das leis anti-bdsm e a inclusão nas leis nacionais contra a discriminação, conclui Endestad.
Fonte: https://revisef65.net
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5487931
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5032510
quinta-feira, 8 de abril de 2021
Fetiches de A a Z
Analismo: o mesmo que proctofilia.
Ludofilia: obtenção do prazer sexual usando brinquedos: boneco, carrinho, brinquedo inflável tipo bóia etc.
Necrofilia: desejo e prática de relacionamento sexual com cadáveres. Ocorrência maior entre homens.
Pigmalionismo: o mesmo que Iconolagnia.



.gif)

