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terça-feira, 2 de junho de 2026


 

Eu era uma mulher recém divorciada e chegada do interior. Toda vida fui zelosa com meu marido e casa, tinha
uma vida convencional e pacata, até que uma traição selou o término do meu casamento de 10 anos.

Na época eu estava com 34 anos, sem filhos e agora sem rumo também, decidi que aquela cidade do interior não seria mais tão boa para mim e decidi ir para a capital. Sem muito estudo e nem experiência, pois nunca havia trabalhado fora de casa, o jeito foi procurar um emprego de doméstica.

Assim que cheguei na cidade intalei-me em um hotel baratinho e fui logo procurando emprego, pois o dinheiro que tinha não seria suficiente para muito tempo de estadia.

Comprei um jornal e fui direto aos classificados, lé encontrei vários anúncios e um deles chamou minha atenção por oferecer moradia na casa onde se deveria trabalhar, o anúncio dizia o seguinte:

PRECISA-SE DE EMPREGADA DOMÉSTICA PARA ATRIBUIÇÕES DO LAR E OUTROS SERVIÇOS. REGIME DE TRABALHO 24 POR 7.

Liguei para o número indicado e marquei uma entrevista para aquela mesma tarde. Cheguei no horário combinado e quem me recebeu foi a dona da casa, ela morava só, se apresentou como MISTRESS FERNANDA, disse que eu deveria sempre chamá-la assim, concordei com a cabeça. Logo no início da entrevista ela me falou dos afazeres diários, nada demais até
então, porém ela tinha algumas condições que eu devia seguir.

Eu deveria estar sempre nua, exposta para ela 24 horas por dia, 7 dias por semana, aquilo me espantou, mas eu precisava de emprego. Não podia me dar o luxo de negar nada, novamente concordei com a cabeça. Ela muito séria me disse que além da entrevista precisaria fazer um teste prático para ela ver se eu servia para o que ela desejava. Imaginei que me mandaria lavar ou limpar alguma coisa, mas para meu espanto novamente, ela me conduziu até o quarto de empregada e mandou que eu vestisse o que estava colocado sobre a cama, era uma cinta liga preta com meia calça sete oitavos e só, nada mais, me deu 5 minutos para me preparar, e assim o fiz, quando estava pronta fui até a sala onde ela me aguardava, ela sorriu sarcasticamente e mandou que eu me colocasse de quatro em cima de um puf colocado por ela ali, eu obedeci, ela segurou firme em uma das mãos um chicote curto e na outra uma canne (espécie de vara fina feita de bambu).

Mandou que eu chupasse meu dedo do meio e lambuzasse para enfiar no meu rabo, e assim o fiz, ela então começou com algumas chicotadas e varadas na minha bunda, em seguida me mandou sentar no puf com as pernas bem abertas, a essa altura eu já chorava baixinho, com dores e medo me sentindo humilhada. Ela colocou em meu pescoço uma coleira e uma guia, pela qual comandava meus movimentos. E eu ali naquela posição levei varias chicotadas na buceta e bati uma siririca por ordem dela, todos os meus dedos foram enterrados na minha buceta, mas ela queria mais, me humilhava dizendo que eu era uma puta nata, que tinha nascido para ser escrava e em seguida disse ironicamente: Vamos ver como essa empregadinha se sai utilizando legumes.

E me mandou enfiar um pepino grosso na buceta. Obedeci e continuei apanhando. Quando ela se cansou da minha moleza, decidiu ela mesma meter o pepino em mim, com força, me arrombando e batendo. O pepino foi só o primeiro objeto que ela me introduziu, em seguida me fudeu com um plug que aumentava de tamanho dentro de mim, minhas pernas tremiam de tesão e medo ao mesmo tempo, mas nenhum dos dois objetos a satisfizeram, ela então mandou que eu engolisse um monstruoso consolo com a buceta.

Eu chorava muito, minha buceta não era acostumada com aquele tamanho, ela ficou brava, arrancou o objeto de dentro de mim e me mandou fuder novamente com o pepino, e me chicoteou como castigo por não ter conseguido enfiar o objeto que ela queria. Ela decidiu então que era hora de me comer de quatro. Me colocou na posição e dessa vez ela mesma me comeu com o pepino, ou melhor, com os pepinos, sim, ela decidiu me enrabar, com um pepino enfiado na buceta. Ela encostou o outro da mesma grossura na entrada do meu anel, e sem dó enterrou-o. Chorei muito, há muitos anos eu não era

fodida por ali, estava apertado e doia demais, ela fodia forte,

para doer mesmo.

Depois de abrir caminho com o pepino, colocou uma luva, lubrificou a mesma e começou a introduzir os dedos no meu anel. Doia tanto... Eu não agüentava, e tentava me esquivar.

Ela se enfureceu , pegou o chicote, e me bateu muito, bateu com o cabo do chicote, era duro, machucava bem mais, a essa altura eu só fazia chorar e tentar escapar das pancadas.

Quando me acalmei, ela me levantou do puf, me virou de frente para a parede, amarrou meus braços para cima, me imobilizou, pegou calmamente seu chicote e disse bem baixinho no meu ouvido:

- Escrava minha não apanha só na bundinha não, escrava minha apanha no lombo também!

E começou a me chicotear novamente.

Quando cansou de me bater, me imobilizou de outra forma, com os braços algemados para frente, utilizou cordas para prender minhas tetas. Era assim que ela chamava, dizia que quem tinha seios eram mulheres, eu como era um animal, tinha tetas, ela os prendeu firmemente até ficarem bem rijos, colocou prendedores nos bicos, prendedores de grande pressão, e na ponta dos prendedores pendurou pesos, fez o mesmo na minha buceta.inha buceta tremia junto com as minhas pernas, e eu só fazia chorar baixinho. Apanhei com a canne nas tetas e com o chicote na buceta, a dor era tremenda, tentei suportar o máximo que pude. Já livre dos prendedores, ela mandou que abrisse minha buceta com as mãos e novamente me chicoteou nas tetas e na buceta. Ela me mandava pedir, eu pedia: mais mistress, mais mistress...

Mas o pior foi a surra de canne no grelo e na região pélvica.

Eu implorava, pare por favor, pare eu imploro, clemência mistress, clemência..., Ela disse: você quer que eu pare, eu paro sua cadela...! Ela parou, mas imediatamente me colocou novamente de quatro e começou uma severa surra de canne na minha bunda. Ardia absurdamente... Cada golpe queimava minha pele, sentia muita dor e chorava compulsivamente.

Seu sadismo era infinito e durante uma surra de chicote no lombo, meio que perdi os sentidos e tombei do puf que ela me colocara, mesmo sem forças para implorar ou chorar, sentia que ela não saciava e continuava com a canne, me chutava e pisava com seu salto agulha vitoriosa com o que havia conseguido.

Quando recobrei totalmente a consciencia estava deitada na cama do quarto de empregada, me levantei meio tonta e vi que ao lado da cama, sobre um criado mudo havia um bilhete que dizia:

VOCE FOI APROVADA O CARGO É SEU.

PARABÉNS! VOCE É MINHA MAIS NOVA EMPREGADA CADELA.

TERÃ ESTA NOITE DE DESCANSO, PORÉM ESTEJA PRONTA AMANHÃ PELA MANHÃ, SERÁ USADA NOVAMENTE. DE SUA MISTRESS FERNANDA.

Dali em diante eu pertencia a ela, mais do que como empregada, pertencia como cadela, como objeto, como brinquedo, como ela quisesse, tive permissão para buscar alguns pertences no hotel em que estava hospedada e logo voltei para a casa dela, poderia ter tentado fugir, procurar outro emprego, mas na verdade, aquela sessão tinha sido muito pesada, eu tinha sido muito machucada e humilhada, mas no fundo não podia mentir para mim mesma, eu tinha gostado, sim, tinha gostado e estava totalmente entregue aquela mulher,

MISTRESS FERNANDA, minha Dona dali em diante.

A empresaria

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Escrava com desrespeito e desobedecendo


 

É 16:30, Paula está no quarto assistindo TV até que dê 17:00 e seu mestre chegue para os dois possam conversar sobre como foi seu dia.

Paula mora em uma mansão em São Paulo, seu dono, Arthur, trabalha em uma das maiores firmas da cidade e tem grandes investimentos que lhe dão lucros mensais. Paula é sua escrava, tem comida, roupas de marca e uma mesada pra gastar com bobagens. Em troca cuida da casa e lhe dá satisfação sexual.

Arthur tem bastante confiança em Paula, sempre cumpre com suas tarefas, apesar de ultimamente te-lo desapontado muito, o que o deixa bastante irritado.

Há um tempo atrás, por Paula ter tido discussões desnecessariamente, agindo com desrespeito e desobedecendo Arthur, foi castigada a ficar dois meses sem orgasmos. Quando Arthur estava com muita vontade, contratava uma prostituta e levava pra casa. Ou então, pedia para ela tirar a roupa, se masturbava até gozar, e ordenava para colocar a roupa novamente. Paula já não aguenta mais, e embora faltassem apenas 15 dias, o desespero para se aliviar está exorbitante, e talvez essa seja a primeira vez que Paula traia a confiança de Arthur, agindo completamente contra seu senso de submissão.

Enquanto ele não chega, ela pega o controle da tv e acessa o google. Logo ela entra no XVIDEOS e começa a assistir uma putaria "das braba": Três negão metendo a rola na branquinha, esse é clássico. Após sentir aquele fogo e sua buceta salivando de prazer, Paula enfia a mão por debaixo da calcinha e começa a dedilhar e gemer mais e mais.

De repente, Arthur aparece.

- Mas o que está acontecendo aqui?!

- Eu... Me desculpe! Eu tava com muita vontade, juro que não vai acontecer de novo, pode recomeçar os 60 dias se quiser.

- Não, você tem razão.

- O que?

- Já ficou tempo demais em castigo, hoje você vai finalmente gozar

- Jura ?!

Arthur foi a cama, e os dois se juntaram em amassos. Pegou uma de suas camisinhas na carteira, virou-a de quatro e começou meter na sua bucetinha. Ela gemia, cada vez mais alto

- Awhhh! Owhhh! Vai Arthur!

- Sua puta!

- Aiiin! Vou gozar, ta quase, ta quase.

Então Arthur para. - Você quer gozar?

- Quero! Ta quase lá, só duas dedadinhas e a mágica acontece.

- Então só um momento.

O quarto ficou silencioso por um instante, enquanto Paula esperava de quatro alguma reação de Arthur. Até que de repente - Slap!

- AAAAAIIII

Por essa ela não esperava, Paula perde a postura e se joga de dor na cama, ao olhar pra trás se depara com Arthur segurando um cinto.

- Não por favor, n...

E vem mais três lapadas - Você não queria gozar? Ta aqui ... (E mais lapadas) (gritos, choros) - Ta aqui, você vai gozar desse jeito, porque é isso que você merece.

- Não por favor, com cinto não!

Arthur a puxa com os braços e lhe da mais cintadas, rapídas e fortes sem parar, Sua bunda fica cada vez mais vermelha enquanto se retorce e tenta instintivamente escapar das mãos de Arhur de um lado pro outro. - Eu não disse pra você?! Eu disse que uma hora eu ainda ia te pegar de cinto por causa desse seu comportamento, eu disse! - Para porf... E mais cintadas sequenciais. Ela chora, grita, esperneia, tenta correr, mas nada adianta e continua levando mais cintadas.

- Hoje você vai apanhar ... - E despende mais cintadas - Vai apanhar até eu cansar de te bater, ta entendendo sua puta?! - E a garota gritando intensamente, caindo em lágrimas, em uma dor insuportável. - A sua única função é limpar a casa e satisfazer meus interesses sexuais, sua única função é ser uma puta, única! - Afirma e da mais cintadas ainda mais fortes que antes - AAAAAAAAIIII! NÃO! PARA POR FAVOR! TA DOENDO!

- Ah, é pra doer mesmo, essa é a ideia. - E despende mais cintadas. - Isso é pra você aprender a ser PELO MENOS uma puta, porque nem isso você consegue, sua inútil!

Enfim, com a bunda toda roxa, ele larga o cinto, mas ela continua correndo pelo quarto e gritando, pois a dor continua.

Quando ela se acalma, vai a Arthur e pede desculpas.

- Não adianta pedir desculpas, quero que me fale o que você vai fazer pra eu restaurar minha confiança em você. E acho melhor que argumente bem, pois se eu não gostar do que você falar você vai é levar outra surra.

- Eu vou juntar meu dinheiro da mesada e colocar câmeras aqui em casa. Também vou arranjar uma vara daquelas que você fala que é a que mais dói, pra sempre que eu me comportar mal você me punir.

- Gostei, estou de acordo. E sobre o que aconteceu agora, você sabe que é pro seu bem né?

- Sei mestre, obrigado pela punição, sei que foi necessária e merecida. Vai ajudar no meu crescimento como escrava e submissa. Não vou te decepcionar de novo.

- Assim espero.

terça-feira, 31 de março de 2020

urofilia, ondinismo, urolagnia, chuva dourada ¨

Mija em mim? Uma conversa fluída sobre o fetiche do xixi.

urofilia - SweetLicious: : SweetLicious:

Do jogo do poder ao sexo molhado, e ao consumo de abacaxi... um guia para iniciantes sobre a urofilia.

Urofilia é uma prática considerada parafílica ( ver parafilia) e consiste na excitação sexual associada ao ato de urinar ou receber o jato urinário do parceiro(a), chegando-se, em alguns casos, a beber a urina. Também é chamada de ondinismo ou urolagnia ou pelo têrmo popular de ¨chuva dourada ¨

A Great Closer /r/girlsfinishingthejob
 
Este artigo apareceu pela primeira vez na VICE Canadá
Chuva Dourada, Golden Shower ou fetiche com urina, como você quiser chamar, a urofilia recentemente ressurgiu no interesse popular. Como fantasia ou fetiche, ficar sexualmente excitado pelo xixi ou pelo pensamento de urina ainda é um tabu, mesmo em um mundo onde donas de casa suburbanas lêem 50 Tons de Cinza no metrô. Uma pesquisa realizada em 2010 pela Jennifer Eve Rehor, da Universidade de São Francisco, constatou que das 1700 mulheres pesquisadas, apenas 36,5% disseram ter feito xixi ou sido mijadas por um amante. Por que a maioria das pessoas ainda se sentem desconfortáveis com xixi? Luna Matatas recentemente deu uma aula na sex shop de Toronto Good For Her, chamada "Introdução ao fetiche da urina" para obter um guia de urofilia para iniciantes.


Por que fazer xixi? 
Algumas pessoas gostam da sensação, do calor ou da umidade. Algumas pessoas gostam do sabor, gostam da ideia de ingerir algo que é considerado realmente um tabu. Algumas pessoas realmente apreciam isso como uma forma de jogo de poder, ou querem dar a uma pessoa que está se submetendo a elas ou a pessoa que se submete ao seu dominante como um sinal de de submissão, alguém dentro de você e levando seus resíduos ou fluidos para dentro de você. Eu realmente gosto como um sinal de adoração e ritual, para que minha submissa me beba como um sinal de tomar o néctar dourado da deusa.
Por que a urina ainda é um tabu?
Eu acho que é porque temos um foco tão pesado no saneamento e higiene como sociedade. Temos ênfase na limpeza, principalmente em torno das coisas que saem do seu corpo e somos constantemente bombardeados com mensagens de que xixi é sujo, xixi deve ser contido, xixi deve ser privado. Então, muitas pessoas querem explorar o tabu de ser impertinentes e ir contra tudo isso. O assunto limpeza é muito comum e, para revelar um fetiche desses ao parceiro, você está realmente arriscando que eles pensem que você é um imundo ou que algo está errado com você, pois deseja algo que todo mundo aceita como errado.
Digamos que você seja um novato no desejo sexual por xixi - o que você precisa saber?
Eu tentaria descobrir o 'porque o xixi te excita'. Porque o desejo se trata de sensações, isso abre um leque de opções para você. Algumas pessoas ficam até excitadas pelo fato de serem negadas a capacidade de urinar, para que tenham uma sensação tensa, de medo, de não conseguir aguentar segurar. Algumas pessoas ficam realmente excitadas ao usá-lo, para que apreciem o cheiro da urina, da sensação de estar molhado (a). Então, eu começaria explorando a fantasia, tentando se entender no que você pensa e quais as suas sensações de quando se masturba pensando em xixi... se é uma pessoa dominante, é meio que mijar um no outro, é uma coisa sensual? Depois que você descobrir essas sensações de prazer para você e seu fetiche, poderá procurar alguém que tenha a mesma vontade sexual que você.
TÁ BOM, o que você deve beber ou não beber?
Muita água, coisas diuréticas, como chá de dente de leão, cerveja, café, coisas assim, que farão seu xixi sair. Se você gosta por causa do sabor, algumas pessoas podem querer um sabor melhorado, então xixi matinal, aspargos, isso depende do que realmente cada um está procurando. Se você quiser mudar a cor do seu xixi, beterraba ou para fazer xixi mais doce, suco de abacaxi. Mais azedinho? suco de uva. Mas principalmente água, continue sempre se hidratando.
Ficar bebendo água não tira o "tesão da coisa"?
Eu faço como parte das preliminares ou da cena.
E a bagunça? Como você pode relaxar quando está tipo "ah não meus lençóis"? Se você não for fazer uma grande quantidade de xixi, pode colocar uma toalha. Se você for fazer uma grande quantidade, ou que você quer fazer xixi em alguém em um lugar que não é uma banheira ou um chuveiro, você pode fazer xixi em um copo primeiro, uma tigela, ou fazer xixi em um cálice. Porque estamos ritualizando o xixi . Definitivamente, existem almofadas incontinentes ou almofadas para cachorros que você pode usar, elas são descartáveis ​​e você pode simplesmente jogá-las fora.
Quem você acha que foi a primeira pessoa de todas a fazer xixi em alguém e fazer sexo imediatamente depois?
Não sei, mas acho que tenha sido uma estrela do rock ou algo assim.
imagens | Contos de Uma Cyka | Page 16

sábado, 6 de julho de 2019

Foi em uma torção

Nós pegamos um táxi do aeroporto de Cumbica-MG. O motorista carregou nossa bagagem nas costas e foi em direção ao nosso hotel. 

Sentei-me no banco de trás com a minha noiva, Marina, enquanto as vistas secas de Sydney passavam pelas nossas janelas. Eu coloquei minha mão em seu joelho. Ela sorriu para mim. Estávamos em férias bem merecidas para visitar os parentes de Marina na espetacular Sydney. 

Ela virou a cabeça para a janela, a mão apoiando o rosto na moldura da janela. Marina era linda. Seus longos cabelos loiros escorriam pelos lados de seu rosto elegante. Seus olhos azuis estavam muito focados nas vistas de sua janela - Marina era tão linda quando se concentrava. Em seu vestido floral e arejado, ela parecia muito mais bonita do que qualquer coisa na janela do táxi.

Voltei para a janela. O motorista de táxi começou algumas conversas e eu fiz o meu melhor para acompanhar. 

Depois de descarregarmos nossa bagagem no hotel, fomos lentamente para o balcão do concierge, empurrando nossa bagagem conosco. O foyer estava agitado, mas não muito ocupado. A equipe fez seus melhores esforços para levar todo mundo e processá-los o mais rápido possível. 

Nós levantamos nossa bagagem e eu estiquei meus braços. Marina foi até o banheiro enquanto eu esperava na fila para ser servida. 

Na nossa frente estava um jovem casal. Eu os assisti. Não havia muito mais o que fazer, além disso, a garota era bem bonita.

Eu observei quando o homem começou a ficar impaciente, ficando quente sob seu caro colarinho polo, enquanto o tempo passava que eles não estavam em seus quartos. A garota ao lado dele parecia não se importar, mas ficou pacientemente e silenciosamente tolerando o comportamento de seu namorado. 

Ele começou a ficar mais alto. 

"O serviço por aqui é ridículo!" Ele estalou, seus braços se agitando ao lado dele. 

"Paulo, tudo bem .." a garota ruiva disse. Sua voz era suave e despreocupada. Sua pele estava pálida, em contraste com seu rico cabelo flamejante. 

"Não, querida, não está bem! Eles são incompetentes" Paulo retornou. 

Eu assisti divertido atrás do casal. Os funcionários eram profissionais e deviam aumentar a ira daquele cliente irado, processando-os normalmente.

Finalmente o casal chegou à mesa. 

"Você sabe quanto tempo nós estávamos esperando para sermos servidos?" Paulo latiu. 

"Sim, senhor, e pedimos desculpas, no entanto, estamos nos movendo o mais rápido que podemos. Agora, como posso ajudá-lo?" a garota indiferente do traje disse. 

"Talvez você não entenda, nós acabamos de sair de uma viagem de avião de quatro horas de duração, mandamos o taxista do inferno, e agora estamos aqui esperando Deus sabe quanto tempo deve ser servido!" 

"Eu entendo senhor, agora como posso ajudá-lo?"

Enquanto Paulo brigava com a garota atrás do balcão, eu admirava sua namorada por trás. Ela era uma garota alta, magra, mas com as curvas que um homem gosta de ver em uma garota. Seus quadris e bunda tinham o tipo perfeito de inchaço que fez um homem salivar, e era bastante aparente nesta querida garota enquanto ela usava um par de leggings pretas que estava tão na moda nos dias de hoje. O contorno do fundo firme dela era tão claro que eu era capaz de imaginá-lo em sua glória nua sem nenhum problema, e era exatamente isso que eu estava fazendo. Sobre sua imaculada armação havia uma blusa roxa de seda macia amarrada na cintura. 

Deus, se eu não estivesse noiva. 

"Esqueça, eu tenho certeza que conseguir o concierge envolvido só vai atrasar ainda mais este processo! Basta nos verificar."

"Muito bem, quais eram seus nomes?" a garota do mesmo naipe perguntou. 

"Paulo Harris e Tifanny Correll" 

Marina voltou do banheiro assim que o casal estava sendo conduzido. 

"Período perfeito, querida" eu disse quando tirei meus olhos do corpo de Tifanny. 

"Desculpe pela espera. 

Como posso ajudá-lo?" a garota atrás do balcão nos perguntou. 

"Nem um pouco. Marina e Chris Timms se registrando." 

Para mim, Sydney não era tudo o que estava pronto para ser. Claro que me mantinha um pouco ocupada, mas era muito mais excitante para Marina que, com suas amigas, passeava pela cidade procurando distritos de moda e descobrindo mais e mais bolsas coloridas para que eu a carregasse.

Tivemos um primeiro dia quieto, conseguindo dormir cedo graças à viagem de avião, mas no segundo dia Marina estava batendo na cidade duramente. Eu era claramente a quinta roda enquanto minha querida noiva e suas amigas montavam ondas de energia como malucos por velocidade quando entravam em cada loja. 

Logo a noite estava chegando e as sombras estavam ficando mais longas. Os amigos de Marina sugeriram que eles fossem a alguns clubes hoje à noite. 

"Ooh, que ótima idéia, você quer vir também Chris?" ela perguntou. 

Todos os sacos em minhas mãos me pesaram e tudo que eu queria era colocar meus pés para cima. 

"Não, obrigada querida. Eu posso ir para casa."

"Adapte-se, velho", brincou ela. Marina me beijou e saiu com suas namoradas. Eu assisti ela ir embora com suas amigas. Enquanto ela balançava os quadris eu tive o pensamento egoísta de que estava feliz por ter conseguido o mais bonito do grupo para mim. 

As portas do elevador se abriram no 15º andar. Eu andei em direção ao quarto 47, nosso quarto. Eu não podia esperar para largar essas sacolas, ir ao banheiro, chutar meus sapatos e encontrar um assento confortável. Meus pés estavam me matando enquanto eu me arrastava até a porta. 

De repente meu sangue gelou. Eu parei no meu caminho. 

Marina tinha o cartão-chave na bolsa! Eu não tinha como entrar no quarto. 

As bolsas estavam cortando meus dedos e, caramba, eu precisava ir ao banheiro o mais rápido possível.

Eu coloquei as sacolas pela porta e estiquei meus dedos, observando o sangue retornar lentamente, e minha pele passando de branca a roxa a vermelha. Eu andei para fora da minha porta tentando decidir o que fazer a seguir. 

Eu poderia ligar para Marina? Não, isso colocaria um amortecedor em sua noite e eu nunca ouviria o final disso. Eu poderia ir lá embaixo e esperançosamente o recepcionista entenderia e encontraria uma maneira de me deixar entrar? Certamente isso era uma possibilidade. 

Enquanto andava, notei que a porta do quarto 48, ao lado, estava entreaberta. Eu olhei e contemplei, mas decidi contra entrar. Não, eu não precisava do banheiro tão mal. 

Voltei para o elevador, reunindo as bolsas infernais comigo, em vez de deixá-las no corredor. Empurrando o botão para baixo, esperei. E esperei.

Foi uma decisão dividida. Uma decisão fracassada segundo. Eu voltei para o quarto 48 com as malas batendo atrás de mim. Tudo bem, eu simplesmente entrava, usava o banheiro e depois descia as escadas e resolvia as coisas com o funcionário. Isso seria bom. 

Cheguei à porta e rapidamente dei um empurrão. Ele se abriu e eu entrei apenas na distância que o sino do elevador tocava. 

Estava escuro dentro do quarto. Coloquei as malas no canto e tentei achar a maçaneta do banheiro. Quase sempre estava muito perto da entrada.

A sala se curvou atrás do armário e notei que a luz da cabeceira estava acesa, iluminando o quarto. Eu ouvi o som fraco da respiração e meu coração congelou. Meus pés cavaram no tapete e minhas mãos instintivamente entrelaçaram em bolas. Na escuridão, meus olhos se arregalaram. Alguém estava dormindo nesta sala? 

Eu lentamente olhei ao virar da esquina. Minha mente não estava pronta para a visão que eu testemunharia.

No canto, junto aos travesseiros, estava a silhueta de uma figura feminina curvada sobre a cama nos quadris. Suas pernas estavam perfeitamente retas do chão, sua cintura estava dobrada em um ângulo de noventa graus e sua parte superior do corpo estava espalhada sobre os lençóis brancos de linho. Seus pulsos estavam algemados firmemente atrás das costas, as mãos descansando retorcidas acima de suas costas. Quando me aproximei, pude ver que ela tinha uma venda sobre os olhos amarrados firmemente na parte de trás de sua cabeça, seu cabelo espalhando-se sobre a cama - seu cabelo vermelho. 

Poderia ser..? 

Fascinado pela visão incrivelmente erótica diante de mim, acidentalmente tropecei em um canto de tapete. Eu cerrei meus dentes. Merda. 

"Paulo? É você?" A garota nua e amarrada perguntou inocentemente. "Eu não ouvi você voltar."

Paulo? Isso significa que esse anjo era Tifanny? O lindo Tifanny da recepção hoje cedo? 

Prendi a respiração e pensei em sair. Ela não sabia quem eu era, eu poderia facilmente sair e ela não seria a mais sábia. No entanto, a maneira como as sombras tocavam as curvas de seu corpo me segurava em sua atração. Suas omoplatas projetavam sombras nas costas e sua bunda redonda era um retrato de carne e escuridão. Eu podia até ver seus seios esmagados sob a parte superior de seu corpo enquanto ela tentava torcer seu corpo para enfrentar o som que ela ouvia na entrada, e eles pareciam incríveis. Sua pele pálida brilhava na luz da lâmpada.

"Estou tão feliz que você voltou Paulo. Sinto muito que isso te incomodou tanto", o corpo de Tifanny se contorceu sob as restrições. Eu observei seus músculos das pernas se moverem enquanto ela se reposicionava. Se eu me mudasse para a cama, seria capaz de ver melhor, pensei comigo mesmo. "Eu esperei por você como eu disse que faria, como uma boa menina." 

Isso estava começando a me excitar. Meu pênis começou a mexer na minha calça e todos os sentimentos de dor nos meus pés e pressão na minha barriga foram esquecidos. Meu coração começou a bater e o sangue correu para a minha cabeça. Eu fiquei em silêncio. 

"Paulo? Por favor, diga alguma coisa, Paulo." 

Eu pensei sobre onde Paulo poderia ter estado. Onde um homem iria com uma beleza como esta amarrada, impotente em sua cama?

"Por favor. Me desculpe por ter feito isso com você assim. Eu sei que algumas pessoas não gostam disso, mas eu sou, Paulo, e eu tive que dizer alguma coisa." Tifanny torceu o corpo esbelto. Suas longas pernas deslizando mais e mais separadas. 

A visão ficou ainda melhor quando eu fiquei atrás dela. Comecei a esfregar a protuberância em minhas calças, não mais tentando ficar quieto. Se ela pensou que eu era Paulo, tudo bem, eu posso ser Paulo. Aquele idiota arrogante. 

"Eu espero que você tenha decidido que você quer isso também?" Eu esperei, admirando seu magnífico corpo. "Eu espero que você esteja bem em ser meu mestre de sexo?" 

Meu pau ficou no final, empurrando a cabeça contra a mosca. Tifanny era uma submissa.

Eu vinha tentando há anos trazer uma vantagem mais grosseira para Marina e minha vida sexual. Eu tentava sutilmente, segurando as mãos dela enquanto eu empurrava dentro dela, antes de puxá-las acima de sua cabeça e tentar prender seus pulsos juntos. Ela encontraria uma maneira de deslizá-los de volta e movê-los - a liberdade me irritaria depois. Eu tentei não tão sutilmente, puxando o cabelo dela e empurrando-a contra a geladeira, empurrando meu pau contra seu traseiro arrebitado através de sua saia e calcinha. Marina iria mexer sua bunda e me provocar antes de sair do meu alcance e me beijar adoravelmente no meu nariz. 

"Deixe-me ficar confortável e então você pode me foder, garoto grande." 

Até o jeito que ela dizia "foda" era como se ela estivesse lendo um dicionário.

Foi por isso que ver Tifanny exibido para mim foi como um presente. Eu olhei para o corpo dela na luz por trás. Ela podia me ouvir lá atrás e endireitou as pernas para assumir a posição. Eu podia até ver a mudança de cor de pálido para bronzeado entre as bochechas dela, onde o seu rabo querido estava enrugado e nobre. 

"Eu quero agradar você Paulo. Eu quero que você me use. Eu quero ser sua boneca sexual imunda." 

Eu podia acreditar nas palavras vindas deste anjo ruivo. Até mesmo sua voz tímida fez o ato todo mais pervertido. Eu descompactei minha mosca. Tifanny obviamente ouviu e espalhou suas longas pernas brancas esperando conseguir uma porra já.

"Oh deus, por favor, Paulo. Foda-se sua escrava", Tifanny implorou com desespero de uma menina que estava antecipando galo desde sempre, quando ela tinha primeiro se vinculado na cama para o namorado. 

Meu pau saltou de sua gaiola. Estava furioso com uma dureza que eu não sentia há meses.

No fundo da minha mente, claro, eu pensei em Paulo - eu tinha o suficiente para juntar a situação agora. Tifanny era uma submissa no coração e estava namorando Paulo para o que eu imaginei que fosse um pouco. Ela havia decidido que umas férias longe e a privacidade de um quarto de hotel era o melhor momento para revelar ao seu "amor" o estilo de sexo violento que ela ansiava. Quem sabe como base seus desejos alcançados, tudo o que eu poderia dizer era que era muito radical para um soft-galo como Paulo e ele sentiu a necessidade de sair e decidir o que fazer enquanto seu escravo potencial esperava por ele. 

Bastardo sortudo, ele não tinha ideia de quantos homens matariam por uma garota tão bonita e tão distorcida quanto Tifanny.

Eu caminhei para o outro lado da cama, meu pau rígido saltando com os meus passos. Tifanny lutou contra suas ligações auto-impostas. Eu continuei olhando para ela, como o cabelo dela estava bagunçado da maneira certa que fazia esse anjo parecer um pouco malcriado. 

Eu me aproximei dela do topo de seu corpo. 

"Paulo?" Tifanny disse, imaginando por que eu estava no lado errado. Ela levantou a cabeça como se pudesse ver através da venda, imaginando o que aconteceria a seguir. "Paulo?"

Em um movimento rápido eu bati seu rosto angelical com a mão estendida. Não o tipo de tapa que os homens davam às mulheres que se comportavam mal nos anos 40, o tipo de bofetada que um homem anônimo e tarado dá a uma prostituta amarrada, submissa e carente. O barulho ecoou pela sala. O rosto de Tifanny estava retorcido para a esquerda e uma mancha vermelha estava começando a brilhar em sua bochecha. O silêncio que se seguiu foi quase mais alto que o sabor da carne dela. 

Prendi a respiração enquanto esperava para ver como Tifanny responderia. Sua respiração se aprofundou. Então, suavemente, "Obrigado mestre". 

Meu pau estava no ponto de ruptura. Eu bati nela novamente, ainda mais forte com uma força que eu não sabia que poderia infligir contra uma garota. O golpe foi seguido por um pequeno gemido sexy e depois, novamente, "Obrigado mestre".

Tifanny estava deslumbrante. Ela estava claramente nesse tipo de abuso; Eu queria ver em que outro tipo de abuso ela estava. Seu cabelo era uma bagunça bem vermelha e seu corpo estava arfando enquanto respirava. 

"Obrigado Paulo", ela sussurrou, pensando que seu namorado tinha cedido aos seus desejos. 

Eu me perguntei onde o namorado dela estava. Não importa, eu decidi. 

Eu esfreguei meu pau no meu punho enquanto pensava o que mais o corpo delicado de Tifanny levaria. Eu me movi atrás dela e violentamente bati em suas bocas perfeitas algumas vezes, desfrutando da contorção que o corpo de Tifanny fez para reagir à dor. Ela soltou um pequeno soluço.

Deve haver algo no banheiro que eu poderia usar nela. Eu me movi bruscamente de trás dela para a porta lateral, acendendo a luz. Os imaculados azulejos brancos eram duros em meus olhos inicialmente quando me ajustei. Havia uma pequena ducha no canto com paredes de vidro e um grande espelho na parede oposta, acima de uma pia pequena e funcional. Um toalete ficava bem entre o lado. Eu procurei por algo sexy para usar na vontade de Tifanny, algo que iria testar sua natureza submissa. Então eu espiei uma garrafa.

Eu saí para a cama com meu pau bombeando na minha mão novamente, na minha outra mão eu segurei uma garrafa de xampu de marca do hotel. Aproximando-me do rosto de Tifanny, acariciei sua bochecha e senti-a relaxar ao meu alcance. Eu acariciei um pouco mais vendo a marca vermelha da minha mão de mais cedo. Usando meus dedos, puxei sua mandíbula e puxei a língua para fora. Ela fez um pequeno "uhhh" ruído quando abri a boca. Eu me perguntei se ela poderia provar meu precum nos meus dedos.

Puxando a tampa da garrafa de xampu, segurei-a em seus lábios cor de rubi e despejei-a em sua boca aberta. Pestanas de cor azul clara pingaram em sua língua. Tifanny começou a fazer um barulho estranho enquanto eu segurava sua boca com a outra mão. Ela lutou com as mãos atrás das costas até que seu instinto caiu no esquecimento e sua persona sacanagem foi revivida. Os sons vindos dela mudaram para gemidos quando ela relaxou para a vontade de seu mestre e começou a engolir o líquido de limpeza. 

Meu pau estava tão duro, eu queria enfiar em sua boca e foder sua cabeça até que gozei, mas me contive. Continuei a despejar o líquido da garrafa de xampu na boca dela e observei os músculos da garganta dela engolindo. Ela era uma boa escrava, eu daria isso a ela.

Logo a garrafa chegou ao fim. Eu deixei cair o plástico vazio no chão. Tifanny engoliu o restante do shampoo pegajoso pela garganta. 

"Obrigada pelo delicioso mestre da refeição", Tifanny resmungou para fora de sua garganta pegajosa. 

Eu balancei meu pau entre os globos firmes das bochechas de sua bunda e dei um tapinha na boceta molhada encharcada com a minha mão quando Tifanny gemeu como uma cadela no cio. Foi um baixo gemido gutural que eu só ouvi no contexto de sexo depravado. 

Eu olhei ao redor da sala para ter ideias do que fazer a seguir. Havia velas apagadas agrupadas no canto da escrivaninha. Eles não pareciam ter sido fornecidos com o quarto, então eu assumi que estes eram de Paulo para sua idéia de uma noite romântica.

Batendo no traseiro de Tifanny, tirei meu pau de suas bochechas e peguei uma vela e a caixa de fósforos no prato ao lado da TV. A vela era branca e com nervuras - em um cenário diferente, eu teria usado isso para foder com ela, pensei. Eu sempre poderia usar um dos outros para isso. 

Segurando a vela pela ponta, estendi minha mão até que a base da vela branca e cerosa estava na língua de Tifanny. Ela sabia o que eu queria que ela fizesse. Ela envolveu os lábios ao redor da base da vela e a chupou em sua boca como se fosse um pênis de cera. Tifanny gemeu como se fosse meu pau - em sua cabeça, é claro, a de Paulo - e chupou o falo de gosto ruim. 

Puxei a vela e acendi um fósforo; a chama iluminou a sala um pouco mais e mais calorosamente. Eu assisti a chama da vela piscar quando Tifanny lutou contra suas algemas.

"Por favor, mestre ..." ela começou a dizer antes de se cortar. 

Eu derrubei a vela nas costas dela. Um fio de cera derretida caiu entre as omoplatas e Tifanny gritou de dor. O grito durou uma fração de segundo antes que ela fechasse a boca, ciente da natureza pública do quarto, mas a dor era claramente algo que ela não esperava.

Usei a chama da vela para encontrar as roupas empilhadas no canto embaixo da janela. Sua blusa, seu sutiã, suas leggings e sua calcinha, tudo em uma pilha organizada. Eu tirei sua calcinha usada. Eles eram um par de cordas pretas; Não admira que eu não pudesse ver uma linha de calcinha antes. Eles não seriam bons como uma piada. Eu agarrei suas leggings pretas e as enrolei - elas eram tão finas, difíceis de acreditar nisso e a minúscula corda de barbante era tudo o que separava sua bunda e sua buceta de mim antes. Então, puxando o cabelo vermelho de Tifanny, eu abri a boca e empurrei as meias para dentro, não me importando se eu estava sufocando-a. 

Voltei para a cera de vela.

Deitei na cama ao lado de Tifanny, meu pau duro, traçando suas curvas com a ponta do meu pau. Eu tinha tirado minha camisa e calças e estava determinado a foder essa puta querida e devassa. Paulo, seja amaldiçoado. 

No entanto, a pressão no meu estômago aumentou novamente e eu preciso usar o banheiro primeiro. 

Eu tirei a mordaça dos lábios de Tifanny e limpei-a em seu rosto. Eu bati nela novamente por boa medida. 

"Eu mereci a dor que você me deu mestre. Espero ter te agradado?" ela perguntou. 

Eu empurrei seu rosto para o colchão, esperançosamente indicando que ela deveria ficar lá sem dizer nada, e fiz meu caminho para o banheiro.

Sem calça, sentei-me imediatamente e comecei a me aliviar. Eu podia ouvir o arrastar da cama e esperava que Tifanny não estivesse desfazendo a venda dela nem nada. Terminando, enrolei um pedaço de papel higiênico e comecei a limpar. Eu não estava bem quando ouvi uma voz na porta. 

"Posso ajudá-lo com esse mestre?" 

Tifanny saiu da cama até a porta do banheiro. Eu esperava que ela não tivesse tirado a venda dela. Espere, o que ela queria fazer? 

Eu abri a porta.

Ela estava agachada de joelhos diante de mim, os braços presos atrás das costas ainda, a venda no lugar. De frente, pude ver seus seios. Eles eram excelentes. Bulbos cheios de carne com um pequeno mamilo de morango na frente. Não houve sag ou lilt, eles penduraram exatamente tão perfeitamente quanto uma garota da idade dela esperaria. 

Eu estava sentada na cadeira de porcelana ainda, mas além de sua venda ela não tinha ideia de que eu estava em uma posição tão esquisita. 

"Eu posso ... Posso limpar seu senhor?" Tifanny perguntou em sua voz suave antes de abrir os lábios e estender a língua molhada. 

Ela quis dizer o que eu pensei que ela quis dizer? Isso importava? Essa prostituta havia me obedecido a noite toda; Eu queria ver como ela seria nojenta

Vem aí o Leilão de Escravos do Casual Clube BDSM



Existe uma nostalgia geral e romântica entre Mestres e escravos: é a concepção do Mestre indo para o mercado de escravos e seleciona um deles, ou dando um lance para um escravo em um leilão, depois de rapidamente inspeciona-losos. A seleção dos escravos aqui é feito puramente em aspectos físicos e aparência.
Conquanto isso possa ser uma tradição antiga, nostálgica e mesmo romântica, é um conceito errado na moderna escravidão consensual. Um conceito errôneo e tão grande que deixa, como conseqüência, muitos escravos sem Mestres.
É , na verdade, o escravo que primeiro efetua um processo de seleção, cuidadosamente um Dominante adequado para ela.  Sim, eu sei que soa absurdo e de pernas para o ar mas é o jeito que deve ser.
O processo de seleção não é diferente de procurar um emprego. O empregado (escravo) primeiro adéqua suas habilidades, capacidades e a experiência com aqueles requeridos pelo seu empregador (Mestre). Uma vez que que o empregador (Mestre) adequado foi localizado, o empregado (escravo) e faz uma solicitação (petição do escravo) com vistas ao emprego. Depois da solicitação, é recebido por um empregador (Mestre), ele procede à seleção para localizar os mais capazes (escravos) para um entrevista e eventualmente contrata (põe coleira) à aqueles que se adéqua aos requisitos do empregador (Mestre), precisa e quer.
Por menos romântico que isso possa soar, o escravo é inicialmente quem pode julgar com propriedade se ela pode atender, satisfazer e servir os requisitos do Mestre, suas necessidades e vontades, e se isso vai ao encontro de seus desejos.
Pensando realisticamente: com todas as demandas, requisitos e expectativa um Mestre dentro de um relacionamento, seja de qual forma seja, é imperativo que o escravo inicialmente assegure-se que pode atender o que lhe é solicitado, sem ser influenciado de qualquer forma ou jeito pelo Mestre.
Nenhum Mestre, tenha a experiência que tiver ou mesmo sentindo-se onipotente, pode fazer o necessário julgamento inicial, como um escravo.
Uma vez tendo o Mestre tendo sido localizado e que atenda os desejos e capacidades do escravo aspirante, ela deve começar a sua tarefa mais importante, examinar o Mestre em potencial, seus valores, princípios, padrões moral, ética e crenças e avaliar, com toda a seriedade, se pode servir o Mestre, absoluta e incondicionalmente.
A importância da avaliação do caráter e dos valores de um Mestre em potencial não pode ser subestimada, uma vez que a vida, saúde e bem-estar, pode muito bem depender dessa avaliação.
Um escravo necessita estar atento que na Escravidão Absoluta e Troca de Poder Total e Absoluta (TPE), o Mestre tem o direito de mudar, alterar ou modificar os requisito dos serviços e expectativas , em qualquer momento, em qualquer razão e sob os critérios solitários do Mestre.
Os valores do Mestre, o caráter, princípios, percepções etc. devem ser levados em consideração, devido ao fato de que não mudam tão facilmente como os requisitos de serviço ou os fetiches.
Apresentamos algumas dicas que podem ajudar no processo de seleção de escravos:
  1. Esteja atento aos seus próprios desejos, necessidades ou sonhos e tome nota deles.
  2. Faça a lista das características, valores, princípios e condições que você considera mais importantes em um Mestre.
  3. Faça a lista das características indesejadas em um Mestre.
  4. Faça uma lista dos possíveis cenários do comprometimento enquanto escravo de um Mestre que poderiam ser aceitáveis ou não aceitáveis para você.
  5. Esteja atento e anoite o que você tem e pode oferecer ao Mestre.
  6. Pegue as características mais importantes das listas anteriores e as escreva conjuntamente como um resumo.
O resumo deve refletir honestamente quem é você, o que você deseja, suas necessidades e sonhos e qual o tipo de compromisso e o Mestre que você está procurando.
Agora vá e encontre um Mestre que atende as suas necessidades e desejos e quando você encontrar tal Mestre, não hesite por um momento para candidatar-se para servir a um Mestre e torcer para que o Mestre , por sua vez, queira encontra-lo e , finalmente, selecionar como seu escravo entre todos os candidatos.
Não tenha medo de rejeição. Não é apenas um processo de seleção mas também um processo de eliminação. Se o Mestre escolhido não o aceitá-lo como seu escravo, pode até ser algo bom. Um Mestre também sabe o que deseja e quer e se não há uma harmonia entre o Mestre e o escravo, não há razão para tentar forçar as coisas. (Tradução: Mestre JB)