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terça-feira, 31 de março de 2020

urofilia, ondinismo, urolagnia, chuva dourada ¨

Mija em mim? Uma conversa fluída sobre o fetiche do xixi.

urofilia - SweetLicious: : SweetLicious:

Do jogo do poder ao sexo molhado, e ao consumo de abacaxi... um guia para iniciantes sobre a urofilia.

Urofilia é uma prática considerada parafílica ( ver parafilia) e consiste na excitação sexual associada ao ato de urinar ou receber o jato urinário do parceiro(a), chegando-se, em alguns casos, a beber a urina. Também é chamada de ondinismo ou urolagnia ou pelo têrmo popular de ¨chuva dourada ¨

A Great Closer /r/girlsfinishingthejob
 
Este artigo apareceu pela primeira vez na VICE Canadá
Chuva Dourada, Golden Shower ou fetiche com urina, como você quiser chamar, a urofilia recentemente ressurgiu no interesse popular. Como fantasia ou fetiche, ficar sexualmente excitado pelo xixi ou pelo pensamento de urina ainda é um tabu, mesmo em um mundo onde donas de casa suburbanas lêem 50 Tons de Cinza no metrô. Uma pesquisa realizada em 2010 pela Jennifer Eve Rehor, da Universidade de São Francisco, constatou que das 1700 mulheres pesquisadas, apenas 36,5% disseram ter feito xixi ou sido mijadas por um amante. Por que a maioria das pessoas ainda se sentem desconfortáveis com xixi? Luna Matatas recentemente deu uma aula na sex shop de Toronto Good For Her, chamada "Introdução ao fetiche da urina" para obter um guia de urofilia para iniciantes.


Por que fazer xixi? 
Algumas pessoas gostam da sensação, do calor ou da umidade. Algumas pessoas gostam do sabor, gostam da ideia de ingerir algo que é considerado realmente um tabu. Algumas pessoas realmente apreciam isso como uma forma de jogo de poder, ou querem dar a uma pessoa que está se submetendo a elas ou a pessoa que se submete ao seu dominante como um sinal de de submissão, alguém dentro de você e levando seus resíduos ou fluidos para dentro de você. Eu realmente gosto como um sinal de adoração e ritual, para que minha submissa me beba como um sinal de tomar o néctar dourado da deusa.
Por que a urina ainda é um tabu?
Eu acho que é porque temos um foco tão pesado no saneamento e higiene como sociedade. Temos ênfase na limpeza, principalmente em torno das coisas que saem do seu corpo e somos constantemente bombardeados com mensagens de que xixi é sujo, xixi deve ser contido, xixi deve ser privado. Então, muitas pessoas querem explorar o tabu de ser impertinentes e ir contra tudo isso. O assunto limpeza é muito comum e, para revelar um fetiche desses ao parceiro, você está realmente arriscando que eles pensem que você é um imundo ou que algo está errado com você, pois deseja algo que todo mundo aceita como errado.
Digamos que você seja um novato no desejo sexual por xixi - o que você precisa saber?
Eu tentaria descobrir o 'porque o xixi te excita'. Porque o desejo se trata de sensações, isso abre um leque de opções para você. Algumas pessoas ficam até excitadas pelo fato de serem negadas a capacidade de urinar, para que tenham uma sensação tensa, de medo, de não conseguir aguentar segurar. Algumas pessoas ficam realmente excitadas ao usá-lo, para que apreciem o cheiro da urina, da sensação de estar molhado (a). Então, eu começaria explorando a fantasia, tentando se entender no que você pensa e quais as suas sensações de quando se masturba pensando em xixi... se é uma pessoa dominante, é meio que mijar um no outro, é uma coisa sensual? Depois que você descobrir essas sensações de prazer para você e seu fetiche, poderá procurar alguém que tenha a mesma vontade sexual que você.
TÁ BOM, o que você deve beber ou não beber?
Muita água, coisas diuréticas, como chá de dente de leão, cerveja, café, coisas assim, que farão seu xixi sair. Se você gosta por causa do sabor, algumas pessoas podem querer um sabor melhorado, então xixi matinal, aspargos, isso depende do que realmente cada um está procurando. Se você quiser mudar a cor do seu xixi, beterraba ou para fazer xixi mais doce, suco de abacaxi. Mais azedinho? suco de uva. Mas principalmente água, continue sempre se hidratando.
Ficar bebendo água não tira o "tesão da coisa"?
Eu faço como parte das preliminares ou da cena.
E a bagunça? Como você pode relaxar quando está tipo "ah não meus lençóis"? Se você não for fazer uma grande quantidade de xixi, pode colocar uma toalha. Se você for fazer uma grande quantidade, ou que você quer fazer xixi em alguém em um lugar que não é uma banheira ou um chuveiro, você pode fazer xixi em um copo primeiro, uma tigela, ou fazer xixi em um cálice. Porque estamos ritualizando o xixi . Definitivamente, existem almofadas incontinentes ou almofadas para cachorros que você pode usar, elas são descartáveis ​​e você pode simplesmente jogá-las fora.
Quem você acha que foi a primeira pessoa de todas a fazer xixi em alguém e fazer sexo imediatamente depois?
Não sei, mas acho que tenha sido uma estrela do rock ou algo assim.
imagens | Contos de Uma Cyka | Page 16

sábado, 29 de junho de 2019

Brat no bdsm

BRATS
Muito se fala das tais brats, citados como sendo uma espécie de submisso rebelde que apronta de tudo para perturbar e receber castigos de seu dono. Vamos desmistificar.

O que é um brat?

Brat é um tipo de bottom focado na Disciplina. Não são submissos pois não sentem prazer em se submeter. Seu prazer consiste em provocar o Top de diversas formas, de acordo com sua personalidade, bem como impor resistência durante as sessões, mas sempre mantendo o respeito à limites do parceiro. Essa provocação já é algo esperado pelo Top, pois faz parte do jogo de disciplina, e este, então, reage à provocação "castigando o bottom" (praticando então o sadomasoquismo e/ou bondage).

A palavra "brat" é de língua inglesa e significa "fedelho ou pirralho(a)".
A origem desse bottom remete a prática do ageplay, mais precisamente ao infantilismo e a efebofilia - que dentro da cronofilia seria atração por adolescentes - onde o Top e o bottom realizam um roleplay nos papéis Daddy Dom ou Mommy Domme e Little Boy ou Little Girl. O brat surgiu como uma criança/adolescente bastante arteira e mimada interagindo com o Top em várias situações de malcriação e castigo, causa e consequência, etc. Na prática do ageplay encontramos as maiores referências aos brats, incluindo a cena clássica de punição onde o Top, sentado numa cadeira tendo o bottom brat de bruços em seu colo, dá fortes palmadas na bunda deste, por vezes com a nomenclatura "spanking the spoiled brat" (batendo no pirralho birrento).

Por que brat não é um tipo de submisso? Sempre leio isso por aí.

Brat não é submisso porque não tem prazer algum específico na submissão. Obedece quando quer, quando lhe é conveniente ou quando está sendo subjugado, mas dificilmente porque alguém espera que ele obedeça. Esse não é seu papel, foge da sua essência. O brat sempre vai tentar tirar partido das situações, da forma que mais lhe favoreça. Exemplos: um brat masoquista sempre vai tentar conseguir mais punições dolorosas pra se satisfazer, e vai usar de seus ardis pra irritar o Top se for preciso, seja questionando sua posição, seja questionando seus métodos ou a sua capacidade para certos feitos e falhando em tarefas. Aliás, questionar faz parte da provocação típica de alguns brats. É o típico: "Me domine se for capaz!". Um brat no bondage vai estar sempre tentando se soltar. No shibari, de vez em quando vai se mexer e tentar desfazer o trabalho de seu Top. No petplay vai ser um animal dificil de amansar, ou esnobe demais, ou excessivamente carente a ponto de irritar, ou preguiçoso a ponto de não querer brincar e etc. No military fetish corresponde a um soldado que falha ou questiona ordens.
Mas por que brat não é submisso?
Simples, um ser que desobedece e provoca sempre que vê oportunidade pode ter alguma essência submissa?! Submissos são focados em Dominação e submissão (D/s), brats em Disciplina (D). Logo, não devemos nomear como sendo submisso quem não está nem aí para a submissão. No entanto? Brat NÃO é um Bottom que desrespeite seu Top, que faça coisas fora dos limites deste, que ponha em perigo uma cena com elementos arriscados (velas, fogo, agulhas, facas, etc.) nem alguém que na relação vá abusar de seu parceiro minando sua paciência.

E os tais submissos rebeldes? São brats?

Não! Muitos Dominadores chamam de “bratty subs”, até de forma pejorativa, mas são Submissos que, por algum motivo, se rebelaram contra seus tops, passaram a agir de forma não esperada e/ou quebraram a hierarquia. “Submissos rebeldes” normalmente teriam prazer em submissão. Se o motivo for puramente pirraça ou algum "teste", estes Subs aprontam com seus Tops mas logo se arrependem retornando ao seu comportamento normal, sendo a rebeldia um estado momentâneo, passageiro. Um brat, em contrapartida, provoca e sente prazer em ter provocado. É parte do seu prazer e de sua maneira de proceder em cena.
Em outros casos, trata-se de reação normal de revolta e/ou imposição de limites, quando o Top gera algum tipo de insatisfação por falhar em dialogar na relação, desrespeitar seus limites, fomentar ciúme e/ou receios com irmãos ou irmãs de coleira, ter má conduta dentro do meio BDSM, ameaçar ou praticar o abandono do bottom, desrespeitar seus sentimentos e/ou objetivo do relacionamento, etc. – o que, nesse caso não é rebeldia, mas um protesto coerente.
Há também as situações em que foi colocado como submisso um Bottom SAM a característica de sentir prazer na Submissão, ou que talvez tenha preferência por uma submissão mais branda ou somente em cena, ou ainda um Switcher – ou alguém que esteja se descobrindo um Switcher - com vontade de praticar seu lado dominante de alguma forma e, por consequência, sentindo-se tolhido. E então este Bottom não aguenta a situação a longo prazo e protesta, sendo esta uma situação em que houve erro de um dos parceiros (ou de ambos): falta de entendimento mútuo, empolgação demasiada, O rótulo foi imposto pelo Top ou ainda houve tentativa de "agradar o Top à qualquer custo" por parte do bottom. E - claro - não nos esqueçamos do famoso SAM (Smart assed Masochist) que seria uma pessoa masoquista porém não-submissa colocada no papel de submisso e que na realidade vai tentar mandar na cena e/ou no Top, agindo como um "espertinho" no mau sentido. (E este não é um Brat... Aqui teríamos uma pessoa que se sairia muito melhor como Masoquista-não submisso, Dominador Masoquista ou coisa parecida, mas que age de forma manipulativa adotando o rótulo de submisso OU trata-se de alguém que foi colocado erradamente no papel de submisso por um Top inapto em reconhecer seus traços.)
Ou seja: subs rebeldes não são brats. São apenas subs agindo de forma que seus donos não compreendem e, portanto, recebem apelidos que seus Tops considerem pejorativos.

E por quê uma boa parte dos Tops não gosta de brats, ao ponto de usarem o termo pejorativamente?

A maioria dos Tops brasileiros se identifica com o tipo Dominador (Dom) e a maioria dos bottoms se identifica como sendo submissos (subs). O tipo Dom não é nem de longe o ideal para um brat. Brat não dá certo em D/s, pois a intenção do Dom será a de tentar “converter” esse brat num tipo submisso, coisa que não está na essência e nem nos planos deste bottom. É um cabo de guerra sem fim, onde um vai ficar medindo forças com o outro e não vão chegar a lugar algum. Geralmente se torna uma relação bastante aborrecida de se viver. Na maioria das vezes que Top do tipo Dom diz que não gosta de brats, é devido a dois motivos:
1- Se interessou por uma e depois se deu mal porque quis transformar ela numa submissa. 2- Ouviu outros Doms dizerem que não gostam de brats e resolveu recitar o mantra sem nem ao menos entender que nem só de Dom e sub, vive o BDSM.

E qual é o Top que gosta de brat?

É o Tamer! Tamer significa "domador" em inglês. É um Top que não sente prazer na sessão em dominar, mas sim em disciplinar constantemente uma pessoa rebelde. Por vezes gosta de sentir-se "castigando-a" com as práticas. E tudo isso faz parte da mecânica da Disciplina. Nesse ponto a Disciplina de um Brat é muito mais baseada nos "castigos", e são estes que criam contextos para a prática de Sadomasoquismo ou Bondage (dentro dos limites e das preferências do Brat). Estas práticas, aliadas à sensação de punição, são parte do jogo entre Brat e Tamer . Enquanto que a Disciplina com outros tipos de Bottoms geralmente coloca suas práticas favoritas e alguns agrados como "prêmios" para suas ações, e como "castigos" coisas percebidas como enfadonhas (colocar o Bottom sentado sozinho em um canto) ou que não sejam suas favoritas mas que estejam ainda assim dentro de seus limites.
Quem geralmente se torna um bom Tamer?
Tipicamente quem não goste de bottom muito submisso, escravo ou obediente demais. Que esteja disposto a conhecer e respeitar esse bottom da forma que ele é. Que entenda e goste desse jogo de disciplina sem ambicionar, posteriormente, transformar esse bottom em algum outro tipo que lhe agrade mais. Quem aspira a se tornar um Top desse tipo deve também entender a diferença básica entre ter um bottom que se submete a ele (Submisso) e ter um bottom a quem ele deve subjugar (Brat). O submisso oferece sua submissão ao Top prometendo ser obediente, bom submisso, servil, gentil, e etc. O brat não tem submissão nenhuma pra oferecer, sendo parte da mecânica da relação o Top ter que subjugá-lo para que este se dê por vencido. E quando consegue isso, é algo temporário. Não existe promessa de obediência por parte do brat. Quando menos se espera, mais cedo ou mais tarde, ele aprontará outra vez, e outra vez, e outra vez.

É possível trabalhar Brats e Subs na mesma sessão?

Sim. Em primeiro lugar, o Top logicamente precisa compreender e apreciar ambas as mecânicas (ser Tamer e Dominador). Em segundo? Combinar a sessão para que todos ajam dentro de seus papéis SEM que o brat atrapalhe a interação do Top com o Submisso. Em terceiro? Aproveitar a sinergia na qual: - As interações com o Submisso, aonde ele obedece o Top à risca e recebe as práticas, geram contexto para o Brat se rebelar quando for a vez dele. - As interações com o Brat, aonde ele se rebela e é "punido" por sua audácia, geram ao Submisso uma impressão maior ainda de poder do Top.

Autores: Lili Leverdi e Don Marco Alighieri

Dicas para dominador iniciante no bdsm

BDSM – COMO DOMINAR UMA SUBMISSA MESMO QUE VOCÊ SEJA UM DOMINADOR INEXPERIENTE.

Tenho visto muitos Dominadores iniciantes lutarem com o fato de que ninguém os leva a sério. Sim, eles ainda não têm ideia do que está acontecendo, mas a dominação é, por vezes, um fenômeno natural. Eu já me encontrei com homens que nem sequer se identificam como dominadores e que me fizeram tremer com o seu poder natural. Sim, há outras coisas como aprender as técnicas, conhecer os brinquedos e conseguir um mentor que dará suporte para aprimorar suas habilidades, mas dominação é dominação e pode ser usada desde o primeiro dia, se for feita corretamente. Aqui estão algumas dicas para Dominadores iniciantes criarem um relacionamento amoroso ou uma parceria bem sucedida (parceiros de cena).

Lembre-se que Roma não foi construída em um dia e que o seu relacionamento com uma nova submissa não vai amadurecer em uma noite, apesar de sentir que acontece muito mais rápido do que qualquer relacionamento baunilha que já teve. Paciência é uma virtude e você precisa ir devagar para criar a cena perfeita ou o relacionamento perfeito. Se você fizer isso, no ritmo certo, ela não irá a lugar nenhum.
Saiba que todos nós fomos iniciantes, e reconhecemos que você precisa de alguma ajuda com técnicas básicas e brinquedos e não se desvalorize por isso. Ao invés de ferir alguém (pela inexperiência), procure um mentor e aprenda junto com sua submissa ou deixe ela lhe ensinar. Não há vergonha em aprender com uma submissa. Na verdade, a submissa provavelmente vai lhe dar muita perspicácia com relação à psicologia dela. Você também deve tentar algumas práticas em si mesmo para entender o que se sente.
Seja humilde. Não tente aparecer por aí como um idiota. As pessoas vão perceber que é falso. Você não é um presente de Deus para todas as submissas e nem todas elas precisam tratá-lo com o respeito que você acha que merece. Tenha cuidado para não deixar que o seu ego mate qualquer chance que você possa ter de construir um relacionamento ou a obtenção de uma nova parceira de cena.
Quando você se comunica com honestidade com submissas em potencial, você vai descobrir que muitas delas vão querer trilhar o caminho de D/s ou SM com você. Você precisa conhecer uma submissa tão bem, ao ponto usar o modo dela pensar para dominá-la de forma mais eficaz. Isso deve ser feito em via de mão dupla (o conhecimento), já que ninguém vai se abrir para uma pessoa que não sabe como ser aberto e honesto sobre si mesmo.

Seja sensível às necessidades e desejos da sua nova parceira. Esteja ciente de seus próprios desejos e necessidades e saiba onde encontrar o equilíbrio. Se você gosta de chicotadas e ela não, então você pode sempre começar mais lento, com algumas chicotadas de uma forma sensual. Desta forma, você satisfaz algumas das suas necessidades e leva as dela em conta também. Ela vai ser mais propensa a brincar com você de novo se mostrar que não é só para sua satisfação.
Você precisa ser um pouco "trapaceiro" também. Sempre acabe a cena antes que a submissa tenha tido o suficiente (deixar aquele gostinho de quero mais). Você quer que ela volte e peça para jogar novamente. Você também precisa levar em conta que o que não é suficiente hoje, pode ser demais em outros dias, e às vezes o corpo da submissa rejeita algo hoje, que foi fantástico ontem. Saiba que os limites mudam, e que, por vezes, uma submissa quer mais, mesmo quando você acha que foi o suficiente.

Mantenha o controle da cena e aprenda a ler a submissa através do odor, gosto e postura. O odor de uma submissa em subespaço ou próximo a ele às vezes é um pouco metálico. É por isso que não deve permitir que a submissa use perfumes ou óleos corporais quando em cena.
Lembre-se que você está aqui para dominar a submissa. Seja firme e confiante. Saiba o que quer e não peça desculpas por querer isso. Mostre seus desejos e necessidades de forma clara e esclareça se a sub não entendeu algo. Discipline as transgressões de forma consistente e certifique-se que você faz o que você diz quando você disse que faria. Use sua voz e gestos com as mãos e certifique-se de que as regras estabelecidas são seguidas.
Tenha certeza de que você é fisicamente capaz de praticar. Para isso, você precisa de alguma força, aptidão e agilidade algumas vezes. Certifique-se que você não usa drogas ou álcool quando pratica, pois você precisa estar completamente consciente do meio ambiente e da segurança da submissa muito mais do que ela é capaz de ser durante a cena. 

Divirta-se e aproveite a viagem. Estou certa de que essas dicas vão ajudar. Essas dicas são genéricas e você vai encontrá-los por toda parte. Lembre-se que a sabedoria está nas frases muitas vezes repetidas. Texto original: voices.yahoo.com/


quinta-feira, 18 de abril de 2019

Fetiche


Fetiche é um substantivo masculino com origem no termo fétiche, do idioma francês e pode significar um objeto enfeitiçado ou um comportamento, parte do corpo ou objeto que desperta excitação sexual.
Podendo ser um sinônimo de feitiço, um fetiche pode estar relacionado com o misticismo, representando um amuleto ou um ídolo, com origem obscura e com poderes mágicos ou sobrenaturais. Algumas tribos africanas possuem certos objetos desse gênero, que são adorados pelo povo. No episódio bíblico em que Moisés subiu ao Monte Sinai para se encontrar com Deus, o povo juntou o ouro para criar a estátua de um bezerro, para depois adorá-lo. Neste caso, o bezerro de ouro pode ser classificado como um objeto de fetiche.
No âmbito da psicologia, o fetiche tem conotação sexual, representando um comportamento específico que encontra prazer em certas atividades, objetos ou partes do corpo. Um fetiches mais comuns é o fetiche por pés, conhecido como podolatria.
Em sentido figurado, o fetiche pode representar uma pessoa admirada por outra, que é seguida e cujas ordens são obedecidas cegamente.

Fetichismo da mercadoria
O fetichismo da mercadoria é uma expressão atribuída a Karl Marx, sendo um conceito central e crucial do sistema econômico criado pelo filósofo e economista alemão. Marx indica que graças a esse fenômeno psicológico e social, os produtos parecem ganhar vontade própria, e deixam de ser meros objetos e passam a ser alvo de adoração pelo ser humano. Desta forma, os indivíduos se comportam como objetos e os objetos se comportam como pessoas.

Fetiches com a Letra A

1- Abasiofilia: atração psicossexual a pessoas com a mobilidade prejudicada, especialmente aqueles que usam aparelhos ortopédicos como tiras de perna, formas ortopédicas, tiras espinais, muletas, ou cadeiras de rodas.

2- Adstringopenispetrafilia: fetiche por amarrar pedras ao pênis.

3- Agalmatofilia: atração por estátuas.

4- Agorafilia: atração por copular em lugares abertos ou ao ar livre.

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5- Aiquemofilia: Prazer pelo uso de objetos cortantes e pontiagudos.
6- Amaurofilia: excitação da pessoa pelo parceiro que não é capaz de vê-la (não se aplica a cegos).
transar-de-olhos-vendados
7- Anadentisfilia: excitação e prazer sexual por pessoas sem dentes.
8- Anemofilia: excitação sexual com vento ou sopro nos genitais ou em outra zona erógena.
9- Asfixiofilia: prazer pela redução de oxigênio.
fetiche
10- ATM (ass to mouth): prática em que o parceiro ativo, após o coito anal, leva seu pênis à boca da pessoa penetrada.
11- Amphiboliafilia: atração ou excitação sexual por ambiguidades.
12- Apotemnofilia: desejo de se ver amputado.
13- Amaurofilia: Atração sexual por pessoas que usam máscaras.

Fetiches com a Letra B
14- BBW: atração por mulheres obesas.
15- Bondage: prática onde a excitação vem de amarrar ou/e imobilizar o parceiro.
fetiche
16- Bukkake: modalidade de sexo grupal praticado com uma pessoa que “recebe” no rosto a ejaculação de diversos homens.
fetiche

Fetiches com a Letra C
17- Coleopterafilia: atração sexual por besouros.
18- Coprofagia: fetiche pela ingestão de fezes.
19- Coprofilia: fetiche pela manipulação de fezes, suas ou do parceiro.
20- Coreofilia: excitação sexual pela dança.
fetiche-por-dança
21- Crinofilia: excitação sexual por secreções – saliva, suor e secreções vaginais.
fetiche por secreções corporais
22- Crematistofilia: excitação sexual ao dar dinheiro, ser roubado, chantageado ou extorquido pelo parceiro.
23- Cyprinuscarpiofilia: excitação sexual por carpas.
24- Clismafilia: fetiche por observar ou sofrer a introdução de enemas.
25- Cock and ball torture: é uma atividade sexual BDSM sadomasoquista envolvendo os genitais masculinas.
26- Cronofilia: excitação erótica causada pela diferença entre a idade sexo-erótica e a idade cronológica da pessoa, porém em concordância com a do parceiro.

Fetiches com a Letra D
27- Dendrofilia: atração por plantas.

Fetiches com a Letra E
28- Emetofilia: excitação obtida com o ato de vomitar ou com o vômito de outro.
29- Espectrofilia: prática medieval que consiste na excitação por fantasias com fantasmas, espíritos ou deuses.
30- Exibicionismo: fetiche por exibir os órgãos genitais.
fetiche

Fetiches com a Letra F
31- Fetiche por balões: excitação ao tocar balões de látex – usadas em festas.
32- Fisting: prazer com a a inserção da mão ou antebraço na vagina ou no ânus.
33- Flatofilia: prazer erótico em escutar, cheirar e apreciar gases intestinais próprios e alheios.
34- Frotteurismo: prazer em friccionar os órgãos genitais no corpo de uma pessoa vestida.
passar-a-mao-por-cima-da-calcinha

Fetiches com a Letra G
35- Galaxiafilia: atração sexual pelo aspecto leitoso da Via Láctea.
36- Gerontofilia: atração sexual de não-idosos por idosos.

Fetiches com a Letra H
37- Hipofilia: desejo sexual por equinos.

Fetiches com a Letra I
38- Imagoparafilia: prazer em imaginar-se com alguma parafilia.

Fetiches com a Letra L
39- Lactofilia: fetiche por observar ou sugar leite saindo dos seios.
40- Lolismo: preferência sexual e erótica de homens maduros por meninas adolescentes.

Fetiches com a Letra K
41- Kosupurefilia: excitação sexual por Cosplay.

Fetiches com a Letra M
42- Masoquismo: prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente.
prazer-em-sentir-dor
43- Menofilia: atração ou excitação por mulheres menstruadas.

Fetiches com a Letra N
44- Nanofilia: atração sexual por anões.
45- Necrofilia : atração por pessoas mortas.
46- Nesofilia: atração pela cópula em ilhas, geralmente desertas.
transar-ilha-deserta

Fetiches com a Letra O
47- Odaxelagnia: fetiche por mordidas.
48- Orquifilia: fetiche por testículos.

Fetiches com a Letra P
49- Partenofilia: fixação sexual por pessoas virgens.
50- Pigofilia: excitação sexual por nádegas.
51- Pirofilia: prazer sexual com fogo, vendo-o, queimando-se ou queimando objetos com ele.
52- Podolatria: fetiche por pés.
53- Pogonofilia: fetiche por barba.
fetiche-por-barbas
54- Pregnofilia ou maieusofilia: fetiche por mulheres grávidas e/ou pela observação de partos.

Fetiches com a Letra Q
55- Quirofilia: admiração ou excitação sexual por mãos.

Fetiches com a Letra S
56- Sadismo: prazer erótico com o sofrimento alheio.
prazer-em-arranhar
57- Sadomasoquismo: prazer por sofrer e, ao mesmo tempo, impingir dor ao outro.
fetiche
58- Sarilofilia: fetiche por saliva ou suor.

Fetiches com a Letra T
59- Timofilia: excitação pelo contato com metais preciosos.
60- Trampling: fetiche onde o indivíduo sente prazer ao ser pisado pelo parceiro.
61- Tricofilia: fetiche por cabelos e pelos.

Fetiches com a Letra U
62- Urofilia: excitação ao urinar no parceiro ou receber dele o jato urinário, ingerindo-o ou não.

Fetiches com a Letra V
63- Voyeurismo: prazer pela observação da intimidade de outras pessoas, que podem ou não estar nuas ou praticando sexo.
fetiche-por-olhar
64- Vorarefilia: atração por ser engolido/devorado ou observar um ser vivo engolindo/devorando outro.

Fetiches com a Letra Z
65- Zoofilia: prazer em relação sexual com animais.

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