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domingo, 5 de junho de 2022

A origem do bdsm

 A origem do bdsm

Muito se especula sobre a origem do BDSM e, as mais diversas “teorias” são criadas. Porém a história do BDSM é um pouco mais simples e bastante direta.

O BDSM teve origem nos grupos da subcultura americana chamada Leather, ou seja, um grupo de gays masculinos, provindos do pós Segunda Guerra Mundial, dos motociclistas e dos entusiastas das roupas de couro.

Os Leathers são reconhecidos em sociedade desde os anos 40 porém, sempre com uma conotação de excentricidade nas práticas sexuais uma vez que, o sadomasoquismo corria solto entre eles.

Lá pelas décadas de 60/70, pessoas de orientação heterossexual e gays femininas, começam a também se interessar por essas “práticas” sadomasoquistas para darem vazão aos seus fetiches “proibidos”.

E é, exatamente nessa época que os Leathers, originais praticantes do SM começam a perceber que, com a inserção de pessoas fora da comunidade gay masculina, começa-se então uma onda de violência e abusos.

E é nesse momento que os personagens expoentes da comunidade Leather decidem “abrir” o leque das práticas e dinâmicas e incluir também a Dominação e a submissão à subcultura.

Nasce então o BDSM e olhem, nasce a partir da comunidade gay. Um pequeno tapa na cara a todos os participantes do meio que ainda insistem em pregar a homofobia! Pois entendam que, sem os gays, o BDSM não existiria como cultura para combater os mandos e desmandos do meio.

As regras que foram criadas, inclusive a base SSC (São, Seguro e Consensual), somente para pautar as condutas e legitimar todo um modo de vida.

Então, o BDSM não é terra de ninguém, onde cada um faz o que quer, ele foi criado justamente para acabar com isso.

Por isso que não existe meu BDSM, ou BDSM daquele. Existe o BDSM. Que sustenta a cultura do Bondage, Dominação, Sadismo e Masoquismo.

O acrônimo que conhecemos, BDSM, surge em 1991 como substituto dos termos SM, S/M e S&M, tendo em vista o estigma social sobre essas denominações dadas a sua patologização à época. (Referência: The ICD 11 Revision, de Odd Reiersol e Svein Skeid)

Fonte: https://medium.com

https://abre.ai/fatossobrebdsm

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sábado, 29 de junho de 2019

Dicas para dominador iniciante no bdsm

BDSM – COMO DOMINAR UMA SUBMISSA MESMO QUE VOCÊ SEJA UM DOMINADOR INEXPERIENTE.

Tenho visto muitos Dominadores iniciantes lutarem com o fato de que ninguém os leva a sério. Sim, eles ainda não têm ideia do que está acontecendo, mas a dominação é, por vezes, um fenômeno natural. Eu já me encontrei com homens que nem sequer se identificam como dominadores e que me fizeram tremer com o seu poder natural. Sim, há outras coisas como aprender as técnicas, conhecer os brinquedos e conseguir um mentor que dará suporte para aprimorar suas habilidades, mas dominação é dominação e pode ser usada desde o primeiro dia, se for feita corretamente. Aqui estão algumas dicas para Dominadores iniciantes criarem um relacionamento amoroso ou uma parceria bem sucedida (parceiros de cena).

Lembre-se que Roma não foi construída em um dia e que o seu relacionamento com uma nova submissa não vai amadurecer em uma noite, apesar de sentir que acontece muito mais rápido do que qualquer relacionamento baunilha que já teve. Paciência é uma virtude e você precisa ir devagar para criar a cena perfeita ou o relacionamento perfeito. Se você fizer isso, no ritmo certo, ela não irá a lugar nenhum.
Saiba que todos nós fomos iniciantes, e reconhecemos que você precisa de alguma ajuda com técnicas básicas e brinquedos e não se desvalorize por isso. Ao invés de ferir alguém (pela inexperiência), procure um mentor e aprenda junto com sua submissa ou deixe ela lhe ensinar. Não há vergonha em aprender com uma submissa. Na verdade, a submissa provavelmente vai lhe dar muita perspicácia com relação à psicologia dela. Você também deve tentar algumas práticas em si mesmo para entender o que se sente.
Seja humilde. Não tente aparecer por aí como um idiota. As pessoas vão perceber que é falso. Você não é um presente de Deus para todas as submissas e nem todas elas precisam tratá-lo com o respeito que você acha que merece. Tenha cuidado para não deixar que o seu ego mate qualquer chance que você possa ter de construir um relacionamento ou a obtenção de uma nova parceira de cena.
Quando você se comunica com honestidade com submissas em potencial, você vai descobrir que muitas delas vão querer trilhar o caminho de D/s ou SM com você. Você precisa conhecer uma submissa tão bem, ao ponto usar o modo dela pensar para dominá-la de forma mais eficaz. Isso deve ser feito em via de mão dupla (o conhecimento), já que ninguém vai se abrir para uma pessoa que não sabe como ser aberto e honesto sobre si mesmo.

Seja sensível às necessidades e desejos da sua nova parceira. Esteja ciente de seus próprios desejos e necessidades e saiba onde encontrar o equilíbrio. Se você gosta de chicotadas e ela não, então você pode sempre começar mais lento, com algumas chicotadas de uma forma sensual. Desta forma, você satisfaz algumas das suas necessidades e leva as dela em conta também. Ela vai ser mais propensa a brincar com você de novo se mostrar que não é só para sua satisfação.
Você precisa ser um pouco "trapaceiro" também. Sempre acabe a cena antes que a submissa tenha tido o suficiente (deixar aquele gostinho de quero mais). Você quer que ela volte e peça para jogar novamente. Você também precisa levar em conta que o que não é suficiente hoje, pode ser demais em outros dias, e às vezes o corpo da submissa rejeita algo hoje, que foi fantástico ontem. Saiba que os limites mudam, e que, por vezes, uma submissa quer mais, mesmo quando você acha que foi o suficiente.

Mantenha o controle da cena e aprenda a ler a submissa através do odor, gosto e postura. O odor de uma submissa em subespaço ou próximo a ele às vezes é um pouco metálico. É por isso que não deve permitir que a submissa use perfumes ou óleos corporais quando em cena.
Lembre-se que você está aqui para dominar a submissa. Seja firme e confiante. Saiba o que quer e não peça desculpas por querer isso. Mostre seus desejos e necessidades de forma clara e esclareça se a sub não entendeu algo. Discipline as transgressões de forma consistente e certifique-se que você faz o que você diz quando você disse que faria. Use sua voz e gestos com as mãos e certifique-se de que as regras estabelecidas são seguidas.
Tenha certeza de que você é fisicamente capaz de praticar. Para isso, você precisa de alguma força, aptidão e agilidade algumas vezes. Certifique-se que você não usa drogas ou álcool quando pratica, pois você precisa estar completamente consciente do meio ambiente e da segurança da submissa muito mais do que ela é capaz de ser durante a cena. 

Divirta-se e aproveite a viagem. Estou certa de que essas dicas vão ajudar. Essas dicas são genéricas e você vai encontrá-los por toda parte. Lembre-se que a sabedoria está nas frases muitas vezes repetidas. Texto original: voices.yahoo.com/


quinta-feira, 27 de junho de 2019

Juramento de submissa-bdsm



JURAMENTO


"Juro Te servir, Te amar, e Te respeitar a cada minuto desta vida que já Te pertence.
Juro ser leal, fiel e honesta a Ti. Juro carregar TEU NOME no coração que como são Teu meu corpo e minha mente.
Minha alma ajoelhada os Teus pés, se entregam a ti pôr inteira.
Juro, Senhor que tudo farei para Teu prazer, assim coloco em Tuas mãos.
Todo prazer que puderes tirar dessa Tua escrava
Coloco-me diante de Ti nua de corpo e alma para que uses como melhor Te prover
Esta mente jamais terá outros pensamentos que não seja direcionado a Ti.
Este corpo jamais será tocado pôr outras mãos que não as Tuas.
Este coração jamais baterá pôr outro que não seja a para meu Senhor.
Cada lágrima que destes olhos derramarem, cada gota de sangue que sair deste corpo a Ti pertence.
Juro Te adorar e Te idolatrar enquanto tiver em mim um sopro de vida.
Juro seguir Teus ensinamentos tuas orientações.
Juro cumprir tuas ordens, a custo de ser duramente castigado pôr teu chicote.
Chibatada me será um presente, um afago, pois tudo que vem de Ti é para meu crescimento em quanto Tua escrava.
Juro ser teu brinquedo quando quiseres brincar.
Juro ser teu abraço quando te sentires só.
Juro ser Teu colo quando quiseres chorar.
Juro ser sua cadela servil obediente
Juro ser a loba que uiva por ti nas noites de lua cheia.
Os meus olhos hão de ser só dos Teus olhos. Os meus braços o Teu ninho no silencio depois de Teu gozo”.
E hei de ser a estrela derradeira, a amiga companheira no infinito de Teu coração.
E hei de estar sempre abaixo de Ti, porém sempre ao teu lado, pois minha alma estará onde estiveres, já que é Tua escrava.
Talvez o Teu caminho seja defecou para mim, mas o seguirei mesmo que entre pedras e espinhos, mesmo que sangre meus pés.
E juro Senhor e Dono que nada nem ninguém me afastará de ti Senhor de
Tua vontade. E mesmo assim te seguirei de longe, recolhendo as migalhas que jogares na estrada.
Juro ser Tua e tão somente Tua aceitar resignadas todas tuas decisões, ordens e todos os Teus castigos.
E hei de sorver cada momento que puder ver em Teus olhos o brilho do prazer em minha dor. Este há de ser
Meu único prazer.
Pois hoje eu sei que nasci para ser Tua escrava, sua cadela e tudo o que mais quiseres que eu seja."
(AUTOR DESCONHECIDO)

terça-feira, 25 de junho de 2019

Cinco regras do bdsm

"Servidão, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo", o BDSM ainda é tabu na sociedade ocidental, e geralmente remete a chicotes e correntes num calabouço escuro com pessoas vestindo couro. No entanto, a verdade sobre o BDSM é mais mundana e surpreendente do que isso, uma vez que até hoje a subcultura permanece apesar de qualquer preconceito. Se você já sentiu um arrepio poderoso ao levar um par de algemas pra cama com a gata, há grandes chances de que também aprecie a prática.

Livros como Cinquenta Tons de Cinza (2011), que ultrapassou as vendas de Harry Potter e Código Da Vinci no Reino Unido, mostram que o BDSM é simplesmente um fetiche mal compreendido pelo público em geral. Por causa disso, o site Ashley Madison, que ajuda mulheres e homens casados a encontrar parceiros de traição em todo o planeta, trouxe à tona alguns esclarecimentos sobre o hábito extremo, que insiste em nos lembrar que prazer e dor são dois lados da mesma moeda. 
Veja a seguir e abra a sua mente!

1 - Você não precisa ir longe demais: a meta é o prazer
Enquanto muitos acreditam que o BDSM revela o lado obscuro das pessoas e as fazem se sentir horríveis, a verdade é que os dominadores e mestres apenas farão isso se o indivíduo desejar ser maltratado deste jeito. O nível de dor que ele experimenta varia bastante de pessoa para pessoa, portanto a prática pode começar com um beliscão ou uma mordida na hora e lugar certos e ir até os jogos de sangue.

2 - A vergonha faz parte do BDSM
Um bom dominador sabe o que você gosta ou quando está indo longe demais. É claro que ele vai forçar a barra para conhecer seus limites, mas nunca irá ultrapassá-los. Se você está com alguém que está forçando a barra, a melhor coisa é partir para outra. A ideia é você transformar a vergonha em sentimentos positivos ao sair das sessões de BDSM, como satisfação e gratidão.

3 - Tudo depende do seu consentimento
Lembrar deste detalhe nunca é demais. Se a brincadeira não for consensual então será considerada estupro, o que não faz parte da subcultura BDSM. Sim, há pessoas que têm fantasias com estupro, porém nenhum desses jogos sexuais são praticados sem o consentimento de ambas as partes. De acordo com entusiastas, aqueles que quebram esta regra são banidos do universo BDSM para sempre.

4 - Vassalo e dominador devem seguir regras
Como dominador, você deve se preocupar com as necessidades da sua escrava, e ficar atento se ela pode suportar a dor até o fim. Você é obrigado a parar em qualquer momento se a palavra de segurança for dita, não importa o quanto queira continuar. Lembre-se que a confiança é a condição para a submissão.

5 - O poder está nas mãos do submisso
Pode parecer estranho, porém o vassalo é que dá o tom geral para a sessão, embora as nuances estejam fora de seu controle. Você tem que cumprir não somente as vontades da dominadora, mas também as suas! O principal é ter certeza que ela entende qual é o seu limite. Há tanto a opção de parar a sessão a qualquer momento, como seguir até as últimas consequências.
A recomendação de especialistas no assunto é não tentar usar brinquedos que você não sabe pra que servem e fazer muita pesquisa sobre o estilo de vida BDSM caso queira tentar algo um pouco mais sombrio com a parceira. Além disso, procure sempre manter a comunicação aberta: assim o que é pra ser legal não acaba estragando o relacionamento. Fonte: Deles - iG